Dirigente da Chapecoense rechaça crise no elenco e quer "resposta em campo" - Esporte - O Sol Diário
 

Verdão18/04/2018 | 18h49Atualizada em 18/04/2018 | 18h49

Dirigente da Chapecoense rechaça crise no elenco e quer "resposta em campo"

Rui Costa diz que goleada na estreia é algo circunstancial na realidade do clube

Dirigente da Chapecoense rechaça crise no elenco e quer "resposta em campo" Sirli Freitas / Chapecoense / Divulgação/Chapecoense / Divulgação
Foto: Sirli Freitas / Chapecoense / Divulgação / Chapecoense / Divulgação
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A goleada por 5 a 1 sofrida para o Atlético-PR na primeira rodada da Série A do Brasileiro segue como assunto principal na Chapecoense. Nesta quarta-feira, o diretor executivo Rui Costa rechaçou qualquer possibilidade de crise no elenco do Verdão do Oeste. O dirigente garantiu, ainda, que os jogadores estão unidos e focados na recuperação da Chape, que acumula três partidas sem vencer. Neste retrospecto está incluso a perda do título do Campeonato Catarinense 2018 para o Figueirense, em plena Arena Condá.  

– Eu posso garantir que não há crise. Não há queda de confiança. Não poderia desconsiderar que o nosso início de campeonato foi frustrante. Não há vestiário quebrado, o contrário, é muito unido. Há muita confiança na comissão técnica. Esse Gilson Kleina é o mesmo que nos resgatou no ano passado em uma situação muito difícil e teve uma adversidade que muitos terão neste Brasileiro. É o campeonato mais difícil do mundo – disse Rui Costa.

O executivo da Chape, porém, reconheceu a necessidade de o time dar a resposta em campo. Nos três jogos sem vencer, o Verdão do Oeste sofreu nove gols. Antes, o que era uma defesa de destaque, passou a ser motivo de preocupação. Rui Costa apontou que é preciso deixar o elenco tranquilo para desenvolver o trabalho da melhor maneira possível, afastando qualquer especulação de perto dos atletas.

– O jogador tem que dar resposta em campo. Por mais inteligente que seja, e temos um grupo muito qualificado intelectualmente, a resposta tem que ser em campo. Por mais que faça um discurso bonito, tem que ter tranquilidade para trabalhar em campo. Não tem censura, blindagem. É uma semana importante para eles terem tranquilidade para trabalhar – falou o executivo da Chape.

No domingo, às 16h, a Chapecoense recebe o Vasco na Arena Condá pela segunda rodada da Série A. A partida marca o reencontro da torcida com os jogadores depois da perda do título e da goleada para o Atlético-PR. Ciente de que a pressão vai existir, Rui Costa destacou que o elenco sabe lidar com esse tipo de situação e que o placar contra os paranaenses foge da realidade do clube do Oeste.

– Nosso grupo é experiente. A gente toma café da manhã com pressão. Quem trabalha com futebol e não quer ter pressão tem que trabalhar com outra coisa. E os atletas vivem isso desde os 13 anos. Pressão não me assusta e nem o grupo de trabalho (jogadores, comissão técnica e funcionários). Falar em queda de rendimento individual é crueldade. Ganhamos juntos e perdemos juntos. As críticas e avaliações são internas. Ninguém perde de 5 a 1 de forma aleatória, erramos. Embora acredite que o 5 a 1 foi circunstancial – completou.

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