Kleina explica escolha por esquema com trio ofensivo na estreia da Chapecoense - Esporte - O Sol Diário
 

Ao ataque13/04/2018 | 17h13Atualizada em 13/04/2018 | 17h13

Kleina explica escolha por esquema com trio ofensivo na estreia da Chapecoense

Arthur Caíke ganha vaga de Guilherme, e Vinicius entra no lugar do volante Luiz Antônio

Kleina explica escolha por esquema com trio ofensivo na estreia da Chapecoense Sirli Freitas/Chapecoense
Foto: Sirli Freitas / Chapecoense
DC Esportes
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Uma semana depois de perder o título do Campeonato Catarinense para o Figueirense, a Chapecoense está pronta para a estreia no Campeonato Brasileiro. No domingo às 19h, fora de casa, o Verdão encara o Atlético-PR e para o primeiro confronto o técnico Gilson Kleina vai mudar o esquema tático e, assim, ter três atacantes no time titular. O comandante da Chape explicou o motivo da entrada de Vinicius na vaga do volante Luiz Antônio.

– Se formos com três atacantes é mais específico. Futebol brasileiro mudou. Não existe uma equipe com um só conceito de jogo. Todas as equipes tem um plano B. Vamos jogar contra um Atlético-PR que joga no 5-4-1 e varia para o 3-4-3. Temos um padrão no jogo apoiado, mas na Arena da Baixada ,no apoiado, vamos sofrer muito. Precisamos da transição – explicou o comandante da Chape.

Kleina também optou por uma troca no ataque. Titular durante todo o Estadual, Guilherme começa no banco de reservas para a entrada de Arthur Caíque. De acordo com o treinador, essa situação é necessária pelo estilo de jogo que o Verdão vai encontrar diante do Furacão em Curitiba.

– O Arthur fez um grande campeonato no ano passado, esse ano conviveu com lesões, mas para esse momento, para reiniciar o brasileiro é um ganho com um jogador de qualidade. Para este jogo, vamos precisar de um jogador de enfrentamento, o Guilherme é mais de movimentação. O Atlético-PR tem uma forma diferente de jogo e eles envolvem – disse.

O treinador ainda se mostrou preocupado com o gramado sintético da Arena, uma vez que o Atlético-PR está completamente adaptado ao piso. Além disso, o time paranaense atuou durante todo o Estadual com uma equipe alternativa, poupando os principais jogadores para a Copa do Brasil, Sul-Americana e, principalmente, o Brasileirão.

– O Atlético-PR fez um planejamento específico para o Brasileiro. Estamos em abril, e eles fizeram só seis jogos. Uma equipe bem treinada. Sempre que tentam pressionar têm a saída de bola. Estão jogando em profundidade, tem a bola longa adaptada ao sintético. Eles têm muita movimentação. Fazem linha de cinco, mas depois abrem os alas. Vamos ter que ter inteligência, marcar forte e ter condições de ataque – completou.

A tendência é que a Chapecoense comece a partida em Curitiba com Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Amaral e Canteros; Arthur Caíke, Vinicius e Wellington Paulista.

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