Chapecoense faz o susto da estreia passar com defesa sólida que lembra o "catenaccio" - Esporte - O Sol Diário
 

Verdão04/05/2018 | 06h52Atualizada em 04/05/2018 | 06h52

Chapecoense faz o susto da estreia passar com defesa sólida que lembra o "catenaccio"

Estratégia de jogo ficou conhecida no futebol italiano e Chape aperfeiçoa estilo

Chapecoense faz o susto da estreia passar com defesa sólida que lembra o "catenaccio" Sirli Freitas/Chapecoense
Foto: Sirli Freitas / Chapecoense
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

De trás para frente a Chapecoense encontra o caminho para se reerguer nas competições nacionais. A derrota por 5 a 1 para o Atlético-PR assustou na estreia no Campeonato Brasileiro, e o técnico Gilson Kleina tratou de restabelecer a confiança dos jogadores e da torcida de forma pragmática: não tomar gols e se possível fazê-los. Justamente a premissa básica do "catenaccio", estratégia de jogo que prevê defesa sólida e contra-ataque. O nome significa “porta trancada” em italiano. Foi no país da bota que o ferrolho ganhou nome e conhecido mundialmente, com a Inter de Milão bicampeã europeia na década de 1960.

Após o susto na Arena da Baixada, a Chape buscou vencer o Vasco em casa na rodada seguinte para se recompor da pancada. Com o empate em 1 a 1 e dois jogos fora, contra o Palmeiras e o Atlético-MG, pelo Brasileirão e a Copa do Brasil, era importante não ser batido. Da viagem para dois jogos fora de casa, a equipe voltou para Chapecó sem gols na mala e com a confiança restabelecida .

— Estamos conseguindo aos poucos repetir a equipe. Vai dando confiança, conseguimos trabalhar os setores e vai dando consistência — disse o técnico Gilson Kleina depois do 0 a 0 com o Galo, que deixa a decisão das oitavas de final da Copa do Brasil aberta e por ser decidida na Arena Condá.

A escalação foi estabelecida com a linha defensiva e dois volantes protetores. Nos três empates, apenas contra o Vasco Bruno Pacheco não atuou na lateral esquerda – entrou Vinícius Freitas. Além do goleiro Jandrei, estiveram em ação Apodi no lado direito, Rafael Thyere e Douglas na zaga e com a dupla Amaral e Elicarlos na frente, com Amaral mais próximo dos defensores.

Para segurar o trio ofensivo do Atlético-MG, Kleina reforçou a marcação com um terceiro volante, Márcio Araújo. O Galo cansou de bater na porta e não abrir. Com o adversário cansado de tentar e não conseguir, o Verdão ainda teve chances de encontrar o fundo das redes em duas oportunidades.  Com o sistema defensivo fortalecido, estratégia bem definida e  três empates seguidos, a Chapecoense começa a projetar melhorar o aproveitamento: voltar a vencer.

— Pensar no Brasileiro para tentar buscar as vitórias novamente, com tranquilidade e confiança — decreta Kleina.

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