Trabalho interno da Chapecoense teve reflexo em campo, segundo treinador - Esporte - O Sol Diário
 

Brasileirão14/05/2018 | 20h36Atualizada em 14/05/2018 | 20h36

Trabalho interno da Chapecoense teve reflexo em campo, segundo treinador

Reuniões de diretoria, união de funcionários, renovação e conversas deram resultado positivo

Trabalho interno da Chapecoense teve reflexo em campo, segundo treinador Marcio Cunha/Especial
Treinador elogiou postura do time em campo que não desistiu mesmo depois de o Flamengo ter empatado duas vezes Foto: Marcio Cunha / Especial

Como o mesmo time que havia empatado com o lanterna do Campeonato Brasileiro seis dias depois venceu o líder do campeonato. Para o técnico da Chapecoense , o técnico Gilson Kleina, a explicação se deve não apenas ao trabalho em campo, mas uma série de ações que foram desenvolvidas durante a semana.

- Nós chegamos com um espírito diferente nessa decisão, a direção trabalhou a integração do clube, tomamos decisões que precisavam ser tomadas e tinha uma energia diferente, quando todos estão mobilizados, é difícil perder – disse Kleina.

O vice-presidente de futebol do clube, Ivan Tozzo, disse que passou a semana inteira no clube conversando com comissão técnica, jogadores e funcionários. 

- Trouxemos de volta pessoas que estavam afastadas do vestiário e cinco jogadores falaram antes do jogo, também entendemos que não podemos fazer loucuras mas também não adianta terminar o ano com dinheiro em caixa e cair para a Série B – destacou Tozzo.

A fala do vice-presidente provavelmente tem relação com a reviravolta na renovação de Canteros, que antes estava muito difícil e agora deve ser confirmada nesta semana.

O diretor-executivo Rui Costa acredita que o encaminhamento da renovação de Canteros também influenciou positivamente no desempenho do jogador.

O técnico da Chapecoense, Gilson Kleina, ressaltou que o clube faz um esforço grande para estar na Série A e que também conversou com os jogadores de uma forma diferente, colocando o dedo na ferida.

Ele afirmou que, para o clube ter resultado positivo no Campeonato Brasileiro, diante de adversários tão difíceis, a Chapecoense precisa jogar com muita vibração e empenho.

- O time teve mais vontade de vencer, não se deixou entregar, essa foi a diferença, nós buscamos a vitória com a alma, temos que manter esse espírito – afirmou Kleina.

Ele também elogiou a atuação do atacante Leandro Pereira, que entrou no lugar de Wellington Paulista, suspenso. O técnico disse que o mais importante do que definir os nomes de quem jogará contra o Atlético Mineiro, na quarta-feira, pela Copa do Brasil, é manter a mesma atitude que o time teve contra o Flamengo.

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