Folga, saídas e amistosos na pauta do técnico da Chapecoense - Esporte - O Sol Diário
 

Série A14/06/2018 | 06h23Atualizada em 14/06/2018 | 06h23

Folga, saídas e amistosos na pauta do técnico da Chapecoense

Kleina comemora descanso mas quer evitar perdas no elenco durante a Copa

Folga, saídas e amistosos na pauta do técnico da Chapecoense Sirli Freitas/Chapecoense
Gilson Kleina comemora parada fora da zona de rebaixamento mas já pensa na retomada depois da Copa Foto: Sirli Freitas / Chapecoense

A Chapecoense volta de Minas Gerais nesta quinta-feira, após empate sem gols diante do América-MG e depois terá uma folga até o dia 27 de junho. Mas o técnico Gilson Kleina terá várias situações para resolver antes de poder assistir com tranquilidade a Copa do Mundo. Tem amistosos ainda se adversário confirmado, a provável saída de Apodi, que nem viajou, além do assédio a jogadores como Arthur Caike, que não atuou devido a suspensão.

- Nosso planejamento inclui amistosos nos dia 11 e 14 de julho, nós paramos por 12 dias, pois só chegamos em Chapecó amanhã (hoje) à noite. É importante essa parada para baixar a carga, oxigenar e voltar forte porque todo mundo vai voltar forte. As situações que ficaram pendentes, a do Apodi, a gente deixou para conversar tudo amanhã (hoje), ver como a gente vai resolver, tive uma breve conversa com o atleta. O Arthur é o nosso artilheiro, está fazendo os gols, está voltando muito bem, é normal ser especulado no mercado, como vai ser normal  o telefone do presidente, do Rui, do Maringá tocar. Nossa diretoria está bem atenta nessa situação, se for uma situação que realmente agrade o clube é claro que a gente vai estudar com o maior carinho, também tem que deixar nossa torcida feliz e uma equipe competitiva, porque esse é o nosso DNA e não podemos perder – disse Kleina.

O treinador disse que o grupo é equilibrado, tem bons jogadores mas deixou claro que gostaria de contar com alguns reforços, entre eles um meia com características mais dinâmicas. Também precisaria repor a possível saída de Apodi e talvez mais um zagueiro, já que Fabrício Bruno vai demorar para retornar devido a uma operação no púbis. 

Contra o América, por exemplo, no banco, além do goleiro Ivan, só tinha um jogador de defesa, o zagueiro Luiz Otávio, e nenhum lateral.

Kleina disse que a diretoria está atenta mas reconhece que a Chapecoense tem uma limitação financeira e, diferentemente de outros clubes, não faz dívida para contratar atletas, no que considera uma atitude exemplar dentro do futebol brasileiro.

O técnico ressaltou também que o time teve dificuldades com várias lesões, devido ao período curto de preparação, com o calendário antecipado, além de muitos jogos. Ele considera que essa parada vai permitir a todos os times ajustarem as equipes.

E ficou feliz de que a Chapecoense vai poder assistir a Copa do Mundo fora da zona de rebaixamento.

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