Kleina valoriza ponto da Chape e fica na bronca com a arbitragem - Esporte - O Sol Diário
 

Série A03/06/2018 | 08h31Atualizada em 03/06/2018 | 08h31

Kleina valoriza ponto da Chape e fica na bronca com a arbitragem

Treinador acredita que Bruno Arleu de Araújo teve decisões erradas no empate em 3 a 3 com o Atlético-MG

Kleina valoriza ponto da Chape e fica na bronca com a arbitragem Sirli Freitas/Chapecoense
Foto: Sirli Freitas / Chapecoense
DC Esportes
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A Chapecoense somou mais um ponto na Série A do Campeonato Brasileiro. O empate em 3 a 3 com o Atlético-MG, em Minas Gerais, foi considerado positivo pela equipe e pelo técnico Gilson Kleina. Afinal, a Chape atuou a maior parte do duelo no Independência com um a menos — Leandro Pereira foi expulso aos 37 do primeiro tempo. No entanto, o desempenho não amenizou o lamento do treinador em relação à arbitragem.

Além de não avaliar que o lance que gerou o segundo amarelo e a consequente expulsão fosse passível de cartão ao atacante o Verdão, Kleina não concorda por ter sido excluído da partida ao final do jogo e que o lateral Fábio Santos, do Galo, também deveria receber o vermelho no lance que gerou o pênalti convertido no terceiro tento da Chape no 3 a 3, porque o jogador derrubou Arthur Caike quando entrava livre na área e com a bola dominada.

- A expulsão do Leandro, se analisar bem, ele está de costas e o zagueiro botou a cabeça. Falta e não caberia cartão, na minha avaliação. Minha expulsão foi porque o banco do Atlético-MG invadiu o campo e eu levantei para mostrar o que estavam fazendo, ele nem olhou e fui expulso. O maior erro foi não ter havido expulsão no pênalti sobre o Arthur. Os erros foram para os dois lados, também houve falha da arbitragem em lances contra nós — avaliou o comandante.

Com um a menos, Kleina conseguiu organizar a equipe para suportar a pressão do adversário que jogava em casa, bem como a Chapecoense tivesse alguma chance de chegar ao ataque. Conforme o treinador, foi preciso orientar os atletas que estivessem bem agrupados no campo de defesa.

- Falei no intervalo para que os atletas esquecessem a arbitragem. E que tínhamos de ajustar na marcação. Compactamos as linhas, baixamos e aumentamos o campo para a transição. Tivemos o desafogo com o Apodi. Soubemos buscar o resultado. O empate fora é importante, um pontinho, mas vai valer se fizermos o dever de casa — explicou.

A Chape vai ficar em Belo Horizonte pelos próximos dias e se desloca para a próxima partida na terça-feira. No dia seguinte, às 19h30min, a equipe verde enfrenta o Vitória no Barradão.

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