Técnico da Chapecoense fala que primeiro tempo foi ¿sofrível¿ - Esporte - O Sol Diário
 

Brasileirão20/07/2018 | 06h58Atualizada em 20/07/2018 | 06h58

Técnico da Chapecoense fala que primeiro tempo foi ¿sofrível¿

Gilson Kleina disse que deu um "chacoalhão" no grupo durante o intervalo

Técnico da Chapecoense fala que primeiro tempo foi ¿sofrível¿ Sirli Freitas/Chapecoense
Técnico Gilson Kleina não gostou da atuação do time diante do Bahia, com exceção dos 15 minutos finais Foto: Sirli Freitas / Chapecoense

Após o empate por 1 a 1 diante do Bahia, nesta quinta-feira, na Arena Condá, o técnico da Chapecoense, Gilson Kleina, não escondeu sua insatisfação com o desempenho do time.

- O primeiro tempo foi sofrível, não conseguimos infiltrações, não conseguimos jogo aproximado, toda bola para o ataque era longa, nossa equipe não esteve competitiva como deveria – avaliou o treinador.

Kleina disse que além de não fazer um grande jogo o time não teve a mesma atitude que havia demonstrado em outros jogos. Ele afirmou que ficou chateado com o desempenho e até deu um “chacoalhão” no grupo durante o intervalo.

De acordo com o treinador, alguns jogadores sentiram a falta de ritmo, pois não vinham jogando, como Eduardo e Luiz Otávio. Também ressaltou que Osman, que entrou no segundo tempo e fez o gol, teve problemas com lesão e ainda não tem condições de começar uma partida.

Kelina disse que o time melhorou no segundo tempo foi superior ao Bahia nos 15 minutos finais.

- Se jogássemos a partida com essa intensidade sairíamos vitoriosos – avaliou.

Ele disse que agora vai tentar trabalhar uma mudança de atitude do time para ter um melhor desempenho contra o Santos, caso contrário prevê dificuldades.

Questionado sobre a necessidade de reforços, disse que ainda há jogadores para estrear mas deu a entender que gostaria de mais opções.

- Estamos antenados, o Rui (Costa) está tentando grande jogador mas ás vezes não acerta por vário fatores. Mas estamos monitorando. Tem a chegada do Yann (Rolin, que veio da Dinamarca) mas ainda necessita de adaptação,  a liberação do Doffo (meia argentino) – explicou Kleina.

Yann ainda depende da liberação da documentação e do aprimoramento físico. Outros que não estrearam foram o meia Jean Roberto, que veio do Pelotas, e o lateral Marcos Vinícius, contratado junto ao Tubarão.

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