Técnico da Chapecoense testa 26 jogadores em amistoso - Esporte - O Sol Diário
 

Preparação12/07/2018 | 06h55Atualizada em 12/07/2018 | 06h55

Técnico da Chapecoense testa 26 jogadores em amistoso

Gilson Kleina aprovou desempenho na vitória sobre o San Lorenzo

Técnico da Chapecoense testa 26 jogadores em amistoso Sirli Freitas/Chapecoense
Chapecoense fez 2 a 1 no primeiro tempo diante do San Lorenzo. Na segunda etapa trocou o time inteiro Foto: Sirli Freitas / Chapecoense

Foram 26 jogadores utilizados pelo técnico Gilson Kleina na vitória por 2 a 1 no amistoso diante do San Lorenzo, nesta quarta-feira, na Arena Condá. Isso que a mais recente contratação, o meia Yan Rolim, que veio da Dinamarca, não foi utilizado.

O comandante da Chapecoense ficou satisfeito com o desempenho do time, principalmente no primeiro tempo, quando fez os dois gols.

- Foi um grande teste, nós sabíamos disso, o San Lorenzo é uma equipe super tradicional, cmo jogadores experientes, renomado e nós começamos muito bem. Claro que pecamos um pouco na hora de equilibrar a marcação – disse Kleina.

Para o treinador foi muito importante dar ritmo de jogo para Eduardo, que substitui a saída de Apodi para o futebol árabe, Vinícius, que substitui a saída do atacante Arthur Caike para o Egito e os goleiros Ivan e Tiepo, que devem ser os substituitos de Jandrei, caso se confirme sua venda para o Sampdoria, da Itália.

Jandrei estava na Arena Condá, frequentou o vestiário e a zona mista, não deu declarações mas cumprimentou vários jogadores e tirou fotos. Ele foi retirado do amistoso devido à negociação com os italianos.

Outra mudança exigida por questões contratuais, que é o desligamento do zagueiro Douglas do São Paulo e um novo contrato com a Chapecoense, obrigou Kleina a utilizar Luiz Otávio na zaga, que acabou marcando um dos gols da vitória contra o San Lorenzo.

Aliás o treinador pode dar ritmo para vários jogadores que voltaram de lesão, entre eles o zagueiro Nery Bareiro e Osman.

Também testou jogadores recentemente contratados, como o meia argentino Doffo, formado na base do Velez Sarsfield, o lateral Marcos Vinícius, que veio do Tubarão, além do meia Jean Roberto, que veio do Pelotas.

- Não quero descaracterizar o time mas nós temos peças para jogar como atuamos no primeiro tempo, temos como jogar no 4-2-3-1, a estreia do Doffo foi importante pois foi o primeiro teste com a camisa da Chape, diante de seus conterrâneos, temos muitos pontos positivos – disse Kleina.

Ele lembrou que alguns jogadores precisam ainda de mais jogos para chegarem à condição ideal de jogo. E confia muito no potencial dos novos jogadores.

Kleina disse que a Chapecoense deve fazer ainda um jogo treino no sábado, onde vai avaliar se mantém quatro no meio e dois atacantes, ou se opta por três atacantes para o confronto do dia 19 de julho, diante do Bahia, na Arena Condá.

Com o departamento médico quase zerado e os últimos reforços ele tem opções para recompor o time que deixou a Chapecoense na 14ª posição antes da parada da Copa do Mundo.

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