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Regata Volta ao Mundo19/03/2015 | 16h30

Velejadores da Volvo Ocean Race enfrentam ventos fortes e ondas grandes no percurso para Itajaí

Barcos estão previstos para aportar na cidade em 7 de abril. Esta é a perna mais longa e difícil da regata

Velejadores da Volvo Ocean Race enfrentam ventos fortes e ondas grandes no percurso para Itajaí Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race
A Oceania, que ainda tem resquícios do ciclone "Pam", um dos mais devastadores da história Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race

Ondas de oito metros de altura e ventos de 55 quilômetros por hora nós já desafiaram os velejadores da Volvo Ocean Race nas primeiras 48 horas do percurso entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí. As batidas das águas do Pacífico Sul nos cascos das embarcações têm atrapalhado a vida das tripulações nos seis barcos, poucos conseguiram dormir e comer.

— Nossos gladiadores estão perdendo todo suco gástrico— disse o comandante holandês Bouwe Bekking.

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Na primeira atualização da tarde desta quinta-feira (19), o holandês Team Brunel estava em primeiro lugar, seguido pelo Team Alvimedica e Abu Dhabi. O espanhol MAPFRE era o quarto, com pequena vantagem sobre Dongfeng e Team SCA.

As condições da Oceania requerem 100% de concentração dos atletas, mesmo eles se sentindo como se estivessem em um touro de rodeio ou em uma montanha russa.

— Estamos, na verdade, enjoados e exaustos. O estado do mar é realmente confuso e que torna difícil fazer qualquer coisa — disse Amory Ross, repórter a bordo do Alvimedica.

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Os barcos são esperados em Itajaí em 7 de abril, mas a data pode mudar de acordo com a intensidade dos ventos e a destreza a bordo. As seis equipes estão enfrentando a perna mais longa do evento _ 6.776 milhas náuticas ou 12.550 quilômetros _ e dificuldades como o frio dos mares do Sul, ondas gigantes e o temido Cabo Horn, no início da América do Sul.

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