Polícia Civil prende quadrilha que vendia terrenos irregulares em Navegantes - O Sol Diário
 
 

Segurança03/02/2016 | 12h26Atualizada em 03/02/2016 | 17h01

Polícia Civil prende quadrilha que vendia terrenos irregulares em Navegantes

Quatro homens e uma mulher foram detidos na manhã desta quarta-feira suspeitos de comercializar imóveis na localidade conhecida como Nova Canaã

A Polícia Civil de Navegantes desmantelou uma quadrilha acusada de estelionato no bairro São Paulo por volta das 6h desta quarta-feira. Os quatro homens e uma mulher são investigados por revender terrenos irregulares em uma localidade conhecida como Invasão Nova Canaã. Os homens serão encaminhados para o Complexo Penitenciário da Canhanduba e a mulher, para o Presídio do Matadouro.

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A ação contou com 30 policiais. Além do setor de Investigação da Polícia Civil de Navegantes, participaram da ação agentes do Departamento de Investigações Criminais (Deic) de Florianópolis, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Itajaí, além de oficiais da Operação Veraneio.

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Geovani Gonçalves, 21 anos, Alexandro de Oliveira, 32, Alexandre Luebke, 28, Jonathan Pereira, 32, e Patrícia Pereira, 35, responderão por formação de quadrilha e estelionato. Também são investigados por formação de cartel, já que a suspeita é que eles obrigavam as pessoas a comprarem materiais de construção em uma loja do bairro, propriedade de Jonathan e Patrícia.

A Polícia Civil cumpriu mandado de prisão expedido pela Justiça em nove casas e todos os investigados dormiam na hora da ação. Foram apreendidos celulares, computadores e contratos de compra e venda dos terrenos.

– Eles se apropriavam dos terrenos, loteavam e vendiam para as pessoas. Os inadimplentes eram removidos das casas e os terrenos revendidos. Resolveram tomar conta porque viram que o negócio estava crescendo – explicou um policial civil que preferiu não se identificar.

Os terrenos são de propriedade de prefeitura de Navegantes. A Polícia Civil também investiga a relação da quadrilha com homicídios. De acordo com a investigação, todos têm passagem pela polícia.

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