Em jogo de seis gols, Avaí empata com o Guarani na Ressacada - O Sol Diário
 

Série B19/06/2018 | 23h26Atualizada em 19/06/2018 | 23h26

Em jogo de seis gols, Avaí empata com o Guarani na Ressacada

Equipe azurra abre dois gols de vantagem no primeiro tempo, sofre a virada e consegue a igualdade

Em jogo de seis gols, Avaí empata com o Guarani na Ressacada Leo Munhoz/Diário Catarinense
Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

Muita transpiração e pouco aproveitamento em casa. O Avaí seguiu a sina de batalhar e não conseguir vencer na Ressacada – são dois triunfos em seis jogos como mandante. Na noite desta terça-feira, o duelo pela 12ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro lembrou o melhor jogo da primeira rodada da Copa do Mundo da Rússia. O Leão chegou abrir vantagem, tomou a virada e correu atrás do empate em 3 a 3 com o Guarani. Apesar do resultado, a maior parte dos torcedores deixou o estádio satisfeito pela luta da equipe azurra e pelo jogo aberto.

Na próxima semana, novamente na terça-feira, o Avaí volta ao gramado. Às 20h30min, vai encarar o Oeste, na Arena Barueri, e espera poder continuar a defender a vice-liderança com os 22 pontos que soma. Momentaneamente em sétimo, o Guarani atua na sexta-feira seguinte (29), como mandante, diante do Boa Esporte.

O jogo

Dono do mando e das ações no começo da partida. Como de costume, o Avaí foi para cima nos minutos iniciais e quase encontrou o fundo das redes na quinta volta do ponteiro. Na jogada pelo lado direito, Guga entrou na área e rolou para trás. Entre os marcadores, Beltrán – substituto do suspenso Rodrigão – desviou e a bola mansamente rolou até beijar o poste direito do goleiro. Três minutos depois, o paraguaio tentou novamente. Porém, o giro foi travado pela defesa. Depois de instantes de equilíbrio, a eficiência foi beneficiada por uma pitada de sorte para o Leão abrir o placar.

A invertida quase do meio de campo de Romulo botou para Renato partir em disparada. Quando o meia dominou e entrou na área, Bruno Brígido escorregou ao sair do gol. Foi nesse instante, aos 24, que foi desferido o chute que só parou ao ir de encontro do barbante. A equipe azurra passou perto de ampliar em três finalizações três minutos depois. O arremate de Romulo passou rente a trave. Depois Beltran parou no goleiro e, no rebote, André Moritz emendou o calcanhar, também travado pelo arqueiro do Guarani.

Aos 34, a equipe visitante chegou com algum perigo pela primeira vez. Caíque desviou de cabeça e tirou tinta do travessão. Três minutos depois, Judson protagonizou um lance raro, porque é tão incomum um gol seu quanto é esporádico um tento tão bonito. Renato rolou para o volante vir de trás e encher o pé. Uma paulada que morreu no ângulo e, aos 37, firmou o placar da etapa inicial: 2 a 0. A boa vantagem quase ruiu nos primeiros segundos após o intervalo, com a entrada de Bruno Nazário, cria da base do arquirrival Figueirense, no time adversário. Aranha se complicou ao sair jogando após bola recuada, mas Rafael Longuine, que tomou a redonda, mandou para fora.

O Avaí respondeu aos 3, quando Renato terminou a jogada individual dentro da área com o chute que bateu no travessão, tocou no chão e foi afastado pela defesa de verde. Mas o Guarani conseguiu o desconto. Em batida de escanteio, Caíque apareceu no primeiro pau para desviar para a rede. Aos 14, os visitantes igualaram, novamente com