Mulheres puxam rejeição ao uso de armas por pessoas comuns em SC - Segurança - O Sol Diário

Segurança SC12/11/2016 | 04h41Atualizada em 12/11/2016 | 17h14

Mulheres puxam rejeição ao uso de armas por pessoas comuns em SC

Na pesquisa da Furb, apenas 34% dos entrevistados se mostraram favoráveis ao armamento

A indicação de que a maioria dos catarinenses é contrária ao uso de armas por pessoas comuns vai contra o resultado do plebiscito que abordou o assunto em 2005. Naquele ano, 64% dos brasileiros responderam não à pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?". Em SC, o percentual de favoráveis na época foi de 77%. No entanto, na pesquisa do projeto de extensão Focus, apenas 34% dos entrevistados se mostraram favoráveis ao armamento. Os contrários representaram a maioria: 59,1%. 

Entre os homens a ideia é mais aceita (49,3%), enquanto entre as mulheres a rejeição é de 69,3%. O deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), autor da lei que reforma o Estatuto do Desarmamento, diz que os dados obtidos em outra pesquisa contratada por ele mostram que a maioria é a favor.

– As pessoas precisam ter o direito à autodefesa. Agora criei uma frente parlamentar, a Armas pela Vida, em que a ideia não é armar o cidadão, e sim aquele que quer se defender.

Atualmente a proposta aguarda para ser levada a plenário na Câmara dos Deputados.

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