Joinvilense Elisângela Martiniano reencontra a filha Sarah, um ano depois de desaparecimento - Segurança - O Sol Diário

Emocionante01/02/2017 | 19h26

Joinvilense Elisângela Martiniano reencontra a filha Sarah, um ano depois de desaparecimento

As duas se encontraram na manhã desta quarta-feira em Recife-PE. Estavam separadas desde que o pai da menina levou a criança sem o consentimento da mãe

Joinvilense Elisângela Martiniano reencontra a filha Sarah, um ano depois de desaparecimento arquivo pessoal/arquivo pessoal
“Estou com ela aqui do meu lado, é um verdadeiro sonho”, diz Elisângela Foto: arquivo pessoal / arquivo pessoal
Alex Sander Magdyel

alex.cardoso@an.com.br

“Foi um choro coletivo”. É assim que Ademir de Oliveira, delegado de Polícia Civil descreveu o reencontro entre a joinvilense Elisângela Martiniano e a filha Sarah Brenda Martiniano Caseiro, de apenas quatro anos. As duas estavam separadas desde que o pai da menina sumiu com a criança sem o consentimento de Elisângela.

Mãe e filha se encontraram na manhã desta quarta-feira em Recife-PE, mas a Polícia Civil já havia localizado a pequena com seu pai na sexta-feira em Aracaju-SE.

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Elisângela estava na casa de uma amiga que conheceu durante o tempo que viajava procurando pela filha.

— Estou com ela aqui do meu lado, é um verdadeiro sonho. Saí de um pesadelo - disse Elisângela na tarde desta quarta-feira.

Ela informou que vai chegar em Joinville na sexta-feira, desta vez com a filha.

De acordo com o delegado de Polícia Civil e gestor do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA), Ademir de Oliveira, a informação de que Sarah estava em Recife veio através de uma ligação anônima do Disque Denúncias.

— Hoje fizemos esse reencontro da mãe com a filha após um ano e um mês de separação. Foram lágrimas da mãe e da filha. As nossa agentes, escrivães... foi um choro coletivo.

Ademir afirmou que a mãe tinha a guarda provisória que foi deferida com mandado de busca e apreensão em Joinville e também em Recife. Segundo o delegado, “não há cometimento de crime”.

— Quando levou a criança, em janeiro de 2016, não havia guarda judicial nem pra ele nem pra ela. Ela conseguiu a guarda em abril. Em princípio, não há cometimento de crime. Apreendemos a criança e entregamos, que era o que mandava. Foi um trabalho extenso.

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