Homem morto a tiros na Via Expressa é identificado - Segurança - O Sol Diário

Homicídio13/03/2017 | 19h44

Homem morto a tiros na Via Expressa é identificado

Ed Carlos Antônio Cardoso, 37 anos, era detento do Presídio Regional e desde o último dia 8 trabalhava na URB

Homem morto a tiros na Via Expressa é identificado Patrick Rodrigues/Agência RBS
Corpo de Ed Carlos foi encontrado por volta de 13h40min desta segunda-feira, às margens da Via Expressa Foto: Patrick Rodrigues / Agência RBS
O homem morto no início da tarde desta segunda-feira na Via Expressa, próximo ao Casep, em Blumenau, era Ed Carlos Antônio Cardoso, 37 anos, natural de Osasco (SP). Segundo o presidente da URB, Michael Raul Schneider, a vítima trabalhava na Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB) e fazia a roçada do mato às margens da via.

Ele era detento do Presídio Regional de Blumenau, onde cumpria pena por duas condenações de roubo, estava no regime semiaberto desde abril do ano passado e desde o dia 8 de março trabalhava com a equipe da URB. Segundo o presidente, nenhuma situação suspeita foi flagrada nos dias anteriores.

:: Corpo de homem baleado é encontrado na Via Expressa em Blumenau

O delegado da Divisão de Investigações Criminais (DIC) da Polícia Civil de Blumenau, Bruno Effori, afirma que ainda não há informações sobre suspeitos, mas que o crime seria uma vingança entre as facções criminosas PGC e PCC – a vítima seria ligada a esta última. Segundo ele, Ed Carlos foi executado à frente de testemunhas minutos antes de o corpo ser encontrado.

De acordo com a PM, o corpo foi encontrado por volta das 13h40min, com três marcas de tiro na região da cabeça e do pescoço. Ele estava com uniforme da URB. O presidente da companhia informa que algumas pessoas viram apenas dois suspeitos se aproximando da vítima. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
 
URB tem 35 apenados na equipe de trabalho
Atualmente 35 apenados que tiveram progressão de pena trabalham durante o dia com a URB. Eles são pegos pela manhã no presídio por veículos da URB, trabalham durante o dia em serviços pela cidade e ao fim da tarde retornam à unidade prisional.

A supervisão deles é feita apenas por dois encarregados da própria URB. Segundo o diretor do Presídio Regional de Blumenau, Daniel de Sena, não há necessidade de escolta para presos que cumprem os requisitos – como cumprimento de 1/6 da pena – e conseguem a ordem judicial para trabalhar e passar para o regime semiaberto.

JORNAL DE SANTA CATARINA

 

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