Polícia investiga como conversas do rádio da PM durante tomada de reféns na Canhanduba foram parar nas redes sociais - Segurança - O Sol Diário

Segurança09/03/2017 | 14h16Atualizada em 09/03/2017 | 14h16

Polícia investiga como conversas do rádio da PM durante tomada de reféns na Canhanduba foram parar nas redes sociais

Gravações têm comentários de uma terceira pessoa, que seria o interceptador

Uma interceptação de rádio comunicadores da Polícia Militar durante a operação para conter um princípio de rebelião com reféns, no presídio da Canhanduba, foi parar nas redes sociais e levantou a discussão sobre a segurança dos equipamentos de transmissão da PM. No áudio estão gravadas comunicações entre os policiais e comentários de uma terceira pessoa, provavelmente a que interceptou a conversa.

O comando do 12º Batalhão, em Balneário Camboriú, confirmou que o trecho gravado é mesmo uma troca de informações entre policiais da região. O rádio foi usado para coordenar a operação, chamando equipes de outros municípios para reforçar a segurança no Complexo Prisional.

A interceptação deverá ser apurada pela polícia. Embora o assunto seja quase um tabu na corporação, a falta de segurança das transmissões é evidente. Prova disso são as apreensões de rádio comunicadores com criminosos, relativamente frequentes.

Não é difícil encontrar um rádio similar ao da polícia à venda e, como o sinal ainda é analógico, as comunicações são copiadas facilmente. A situação só não é mais grave porque o rádio foi substituído pelo tablet no envio de viaturas, por exemplo. 

O problema ocorre em operações maiores, que ainda dependem da insegurança da comunicação via rádio. 

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