Polícia Federal diz que delegado ferido em casa noturna não foi executado em hospital - Segurança - O Sol Diário

Investigação31/05/2017 | 16h09Atualizada em 31/05/2017 | 17h25

Polícia Federal diz que delegado ferido em casa noturna não foi executado em hospital

Informação é da Superintendência da PF a partir de análises de câmeras do hospital Florianópolis

Polícia Federal diz que delegado ferido em casa noturna não foi executado em hospital Cristiano Estrela/Agencia RBS
Casa noturna no bairro Estreito em que delegados federais foram baleados. Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Policiais federais e civis afirmam ser inverídica a versão que circula em redes sociais apontando que um dos delegados da Polícia Federal (PF) baleados em uma casa noturna, na madrugada desta quarta-feira, em Florianópolis, teria sido executado no hospital quando chegava ferido.

A informação foi apurada pelo DC junto à Superintendência da PF em Santa Catarina e com policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital. Segundo as fontes, a conclusão saiu após a análise do circuito de câmeras do Hospital Florianópolis. Conforme a apuração, as imagens mostrariam o delegado Adriano Antônio Soares, 47 anos, sendo levado para dentro do hospital em uma cadeira de rodas enquanto do lado de fora o taxista que o socorreu foi alvo de um disparo.

A versão oficial que as polícias investigam é que Nilton Cesar Souza Júnior, o homem que atirou nos policiais, foi levado para o hospital ferido por um funcionário dele de comércio do cachorro-quente e na sequência chegou um dos delegados feridos socorrido por um taxista.

O policial chegou com vida e foi colocado na cadeira de rodas. Em seguida, o funcionário que trazia o atirador vai até o carro, pega a arma, segue em direção ao taxista que trouxe o policial ao hospital e atira no motorista, mas não acerta o disparo.

Esse funcionário do comércio de cachorro-quente do Estreito está sendo procurado pelas polícias por tentativa de homicídio contra o taxista e até às 16 horas não havia sido localizado. O delegado Adriano acabou morrendo no hospital. Na casa noturna, morreu baleado o delegado Elias Escobar, 60 anos. Os dois trabalhavam no Rio de Janeiro e faziam um curso na PF em Florianópolis.

Segundo as polícias, houve um desentendimento banal entre os delegados e clientes da casa seguido dos tiros contra os policiais. O cliente que atirou nos policiais, Nilton Cesar Souza Júnior, dono de um cachorro-quente nas proximidades, também ficou ferido e está internado.

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