Acusado de matar policial militar no Morro do Horácio nega crime e diz que é réu por ter sido o único preso - Segurança - O Sol Diário

Júri popular17/08/2017 | 12h14Atualizada em 17/08/2017 | 12h14

Acusado de matar policial militar no Morro do Horácio nega crime e diz que é réu por ter sido o único preso

Julgamento começou às 9h desta quinta-feira e deve se estender até o começo da noite no Fórum da Capital, em Florianópolis

Acusado de matar policial militar no Morro do Horácio nega crime e diz que é réu por ter sido o único preso Cristiano Estrela/
Foto: Cristiano Estrela

Acusado de matar o policial militar Vinicius Alexandre Gonçalves, 31 anos, em 15 de setembro do ano passado, no Morro do Horácio, em Florianópolis, André Luiz Oliveira, 28 anos, está sendo julgado no Fórum da Capital na manhã desta quinta-feira. O júri popular começou às 9h e deve se estender até o começo da noite, quando o juiz Marcelo Volpato de Souza lerá a sentença.

Quatro policiais militares, colegas da vítima, prestaram depoimentos como testemunhas de acusação. Dois deles estavam com Vinicius quando ele foi morto, enquanto os outros dois chegaram depois para prestar apoio. Os servidores confirmaram a versão do inquérito de que o soldado foi baleado na comunidade após uma abordagem. O acusado, segundo eles, foi preso momentos depois no Hospital Universitário (HU), onde tinha sido levado após também ter sido atingido por um tiro.

No interrogatório, o réu negou que tenha atirado contra o policial. André Luiz disse que estava em uma festa naquela noite quando saiu para fumar na rua e foi atingido pelas costas por um policial militar. O acusado disse que reconheceu o soldado que atirou nele e chegou a questionar o motivo. Depois disso, André Luiz afirma que conseguiu levantar e ir até a casa do tio, onde pegou o carro para ir ao hospital.

Questionado pelo representante do Ministério Público (MP) por que ele achava que estava nos banco dos réus se não havia matado a vítima, o homem disse: "porque fui o único preso". André Luiz confessou, porém, que estava armado naquele dia e que comprou a arma com recursos próprios para se defender.

Passado o interrogatório dele, o MP começou a sustentação da acusação, que vai durar uma hora e meia. Após, o advogado de defesa terá o mesmo tempo. O julgamento termina com a réplica e tréplica, que estão disponíveis caso as partes queiram. Familiares e colegas de Vinicius assistem ao julgamento.

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