Segurança, O Sol Diário, clicRBSO Sol Diáriohttp://osoldiario.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2017-12-11T09:29:31-02:00urn:publicid:clicrbs.com.br:23962140Nazismo em SC: Investigação aperta cerco a extremistasOperação deflagrada por cartazes de ódio espalhados em Blumenau chega a cinco suspeitos de integrar movimentos que estariam recrutando adeptos para intensificar atuação no Estado2017-12-11T09:29:31-02:002017-12-11T09:29:31-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArte sobre foto de Patrick RodriguesNazismo em SC: Investigação aperta cerco a extremistasO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23962140Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-nazismo-em-sc-investigacao-aperta-cerco-a-extremistas-10059347Nazismo em SC: Investigação aperta cerco a extremistasOperação deflagrada por cartazes de ódio espalhados em Blumenau chega a cinco suspeitos de integrar movimentos que estariam recrutando adeptos para intensificar atuação no Estado2017-12-11T09:29:31-02:002017-12-11T09:29:31-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNa terça-feira (5), quatro homens e uma mulher foram levadas à 2ª Delegacia de Polícia Civil de Blumenau para prestar esclarecimentos sobre cartazes com inscrições nazistas que apareceram na cidade nos últimos meses. A suspeita é de que os cinco sejam ligados a uma organização maior, que estaria atraindo membros locais para intensificar a presença no Vale do Itajaí. Conforme o delegado Lucas Gomes de Almeida, o plano era recrutar seguidores de Hitler na região para se fortalecer e começar a atuar com mais vigor.– É difícil se chegar à autoria. Mas se deixarmos essa situação impune, vai se propagando, vai crescendo, e daqui a pouco estarão batendo em pessoas nas ruas. Não podemos aceitar – afirma, sem se aprofundar em detalhes sobre os depoimentos "para não atrapalhar o andamento das investigações".Nesse caso, pelo menos, houve uma confissão: um jovem de 20 anos assumiu a responsabilidade pelos cartazes no Centro blumenauense. O outro rapaz da mesma idade guardava um revólver, uma pistola, uma espingarda, mira holográfica e munição em casa, em Itajaí, que declarou serem do avô. A única moça tem 18, vive em Indaial e namorava o líder de um grupo neonazista de São Paulo com histórico de atentado a bomba contra homossexuais e agressões a moradores de rua, punks e negros. Trocas de mensagens entre o casal no celular dela indicam relação com os cartazes.Os dois mais velhos já são conhecidos da Justiça – também por vínculos com o nazismo. Kaleb Frutuoso, 31 anos, e Fabiano Schmitz, 28, haviam sido presos em 2014, acusados de estarem por trás das colagens que celebravam o aniversário do Führer em postes em Itajaí. Eles seriam filiados a um grupo extremista chamado White Front (frente branca, em inglês) e foram denunciados pela promotora Cristina Balceiro da Mota. O processo continua correndo e está em fase final, aguardando decisão do juiz.Alegações do Ministério Público do Estado (MPSC) apresentadas em julho passado descrevem as circunstâncias das prisões, as evidências encontradas com os réus – incluindo peças gráficas iguais às grudadas nos postes – e a tentativa da dupla de provar inocência. "Na audiência de instrução e julgamento, os denunciados trouxeram várias testemunhas para serem ouvidas, porém, nenhuma delas contribuiu para a absolvição, pelo contrário; em alguns momentos, ao serem questionadas, acabaram confirmando a conduta criminosa", relata a promotoria.– Falaram que distribuíram os cartazes por brincadeira. Só que ninguém faz isso por algo em que não acredita – diz Cristina.O advogado Evandro Maçaneiro, que representou Schmitz, disse que o material apreendido não pertencia ao cliente. A defensora pública Carla Gerhardt, a serviço de Frutuoso, não foi localizada para comentar o caso. Desde então, ele cursou Educação Física, fez parte do conselho fiscal do movimento separatista O Sul é Meu País (do qual foi expulso) e sumiu das redes sociais. O comparsa se mudou para Blumenau, onde há dois anos trabalha como garçom em uma churrascaria.O anonimato de ambos era interrompido apenas esporadicamente, por menções em reportagens a respeito do neonazismo no Brasil. Até seus nomes entrarem no raio de ação do delegado Almeida. De Frutuoso, que ostenta o distintivo da Division Wiking (divisão militar criada pela Alemanha na Segunda Guerra) tatuado na panturrilha direita, a polícia recolheu o computador, celular e revistas sobre o tema. De Schmitz, um CD com "ataque nazista" manuscrito e uma camiseta com motivos afins. Os PCs, notebooks e celulares dos demais também ficaram sob a guarda legal. Com exceção do rapaz de 20 anos flagrado com armas em Itajaí, todos foram liberados após os depoimentos.Suspeitos foram levados à 2ª DP para prestar depoimento sobre mensagens segregacionistas propagadas nas ruas da cidadeFoto: Arte sobre foto Patrick Rodrigues / Diário CatarinenseOs mandatos de busca e apreensão e de condução coercitiva dos cinco suspeitos são consequência da Operação Hateless (sem ódio, em inglês), deflagrada em setembro. Na manhã do dia 26 daquele mês, a pouco mais de uma semana do início da Oktoberfest, o advogado Marco Antônio André se deparou com cartazes colados em frente à casa onde mora, no bairro Ponta Aguda. A ameaça do membro da Ku Klux Klan (tradicional organização segregacionista dos Estados Unidos) desenhado nas folhas era direta: "Negro, comunista, antifa, macumbeiro. Estamos de olho em você." – Saí pela redondeza procurando outros cartazes. Não achei nenhum, aí que percebi que o alvo era eu. A sensação foi de impotência, frustração, mas ao mesmo tempo um choque de realidade – conta.Antifa é uma corruptela de antifascista. Macumbeiro, termo pejorativo para designar fiéis de religiões de origem africana. Além da cor da pele, André é praticante de umbanda e candomblé e milita no Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Regional de Blumenau (Neab-Furb). E, "se hoje ser de esquerda é ser comunista", ele aceita a pecha sem problemas. No entanto, atribui os ataques que sofreu, principalmente, ao preconceito racial. – Sou de classe média, me chamam de doutor. Na Oktoberfest, desfilo com meu traje típico de Fritz. Quando o negro ascende em uma profissão ou ocupa um espaço que socialmente não seria dele, incomoda. Não sou eu, é o que eu significo. Por volta do meio-dia, o advogado publicou um desabafo nas redes sociais. À tarde, o post já estava com milhares de compartilhamentos e a mídia nacional corria atrás dele. Diante da repercussão, a subseção catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) emitiu nota de repúdio, na qual alertava que ignorar grupos intolerantes e tratar o assunto como fato isolado poderia ser visto como descaso ou consentimento. A secretaria estadual de Segurança entrou no circuito, determinando rigor na apuração e identificação dos culpados.– A gente foi coletando elementos: locais, testemunhas, rastreamento na internet. Hoje o ambiente virtual é o grande reduto dos crimes de ódio, porque a pessoa acha que vai sair impune, que não tem regulamentação, que basta montar um perfil fake que nunca será descoberta – explica o delegado Lucas de Almeida. Em 24 de outubro, novos cartazes brotaram no Centro da cidade. Diferentemente dos anteriores, eram assinados – com endereço de site e de blog – pelo grupo paramilitar ucraniano que em 2016 fora investigado no Rio Grande do Sul por pregar "pureza de raça" e "oxigenação social". As suásticas e cruzes celtas retratadas deixavam explícito o ódio, embora seja confuso entender exatamente de quê. Em um deles, por exemplo, havia sinais de proibido com a Estrela de Davi dos judeus, o símbolo da maçonaria, a bandeira do Brasil, a foice e o martelo comunistas e, talvez representando o capital, um cifrão.O delegado não descarta a hipótese, ainda, de os autores serem ligados aos radicais que atacaram músicos de uma banda punk em São Bento do Sul, no ano passado. Ou que sejam os mesmos que ofenderam André. Segundo Almeida, eles vêem as ignomínias que cometem não como crime, mas como um direito assegurado pela liberdade de expressão. Não é o que prevê a legislação. Os envolvidos podem ser indiciados por racismo, apologia ao nazismo e associação criminosa, com penas de até 10 anos de cadeia.Polícia encontrou armas, munição, material promocional, livros e desenhos com as cinco pessoas conduzidas coercitivamenteFoto: Arte sobre foto Patrick Rodrigues / Diário CatarinenseNo Tribunal de Justiça (TJSC), a jurisprudência de crime de racismo relacionado a ideias nazistas que chegou à segunda instância limita-se a um único caso. O réu era Volnei Della Giustina, professor em Lages, apontado como criador de um site com conteúdo antissemita e "orientações sobre uma guerra racial", de acordo com o processo. Descoberto por meio de uma investigação da Polícia Civil de São Paulo, ele foi denunciado pelo MPSC e condenado a dois anos de prisão em regime aberto. Em 2007, teve um recurso negado pelo TJSC.Apesar do número ínfimo de ocorrências que vão a julgamento, Santa Catarina seria o Estado com mais simpatizantes do nazismo no Brasil: 45 mil, quase um terço do total verificado no país inteiro. É o que aponta um mapeamento feito em 2009 pela antropóloga Adriana Dias, pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp) e uma das maiores especialistas brasileiras na questão. O levantamento levou em conta páginas com conteúdo nazista na internet. De lá para cá, a estimativa é de que tenham pulado de 20 mil para quase 35 mil, um crescimento de 75%.Um recuo no tempo mostra que o eufemismo "supremacista" nem existia para rotular os adeptos da saudação "sieg heil" ("salve a vitória", em alemão, muito popular durante o 3º Reich) e a doutrina de Hitler já prosperava por aqui. Em 1928, cinco anos antes do ditador genocida tomar o poder, a primeira célula do partido nazista no Brasil foi fundada em Timbó. A unidade na cidade do Vale do Itajaí não foi apenas pioneira no país, mas também do movimento fora da Alemanha. Com 528 filiados, o diretório estadual só era inferior ao paulista (785), superando o carioca (447), gaúcho (439), paranaense (185) e mineiro (66). Poderia ser mais, não fosse o governo local. No livro Nazismo Tropical, que esmiúça a trajetória do partido no Brasil, a historiadora Ana Maria Dietrich escreve que, enquanto os interventores do Rio Grande do Sul, Flores da Cunha, e do Paraná, Manuel Ribas, apoiaram a difusão do germanismo sem se importar com eventuais excessos, os mandatários catarinenses Aristiliano Ramos (1933-1935) e o primo Nereu Ramos (1935-1945) se opuseram com veemência – o segundo encampou uma série de nacionalizações em escolas e associações alemãs. O braço político-partidário do nazismo caiu na clandestinidade em 1939, pelo presidente (e ex-simpatizante) Getúlio Vargas, não sem deixar sementes no Vale do Itajaí. O fruto mais famoso germinou em 2014, quando a foto de uma piscina com uma suástica ao fundo ganhou o noticiário. A obra fica na zona rural de Pomerode, município vizinho de Timbó, e é criação de Wandercy Antonio Pugliese. O professor Wander, como é conhecido pelos alunos para os quais ensina História, nunca foi incomodado pela Justiça por isso. O titular da delegacia da cidade na ocasião, Luiz Carlos Gros, não viu nada de ilegal, nem o MP o denunciou. Na direção oposta, a Operação Hateless se estende para não pecar pela omissão quanto ao combate ao nazismo. O delegado Almeida lembra que, no começo das diligências, muita gente – dentro da própria polícia, ressalta – menosprezou o teor dos cartazes que mancharam a paisagem e a reputação de Blumenau. O pai de um dos investigados teve a pachorra de ir à delegacia se queixar de terem pegado o notebook do filho, "em vez de prender os corruptos de Brasília". Advogado Marco Antônio Rodrigues foi vítima de intimidação impressa e pendurada na frente de casa, no bairro Ponta AgudaFoto: Diorgenes Pandini / Diario CatarinenseVítima das mensagens, o advogado Marco Antônio André acompanha os desdobramentos na expectativa de que, comprovado o crime, os culpados sejam punidos. Paulistano, 40 anos, há 11 veio morar na cidade da mulher com quem acabou casando, uma gaúcha (branca) que conheceu pela internet. A intimidação impressa e pendurada na frente da sua casa engrossaram a lista de discriminações que encarou como blumenauense honorário – como o juiz que, em pleno tribunal, perguntou se ele era irmão do réu. Mesmo assim, evita generalizações sobre o caráter da população local.– Blumenau não é mais nem menos racista do que qualquer outra cidade. Minha única mágoa é com a prefeitura, que não soltou nenhuma nota em solidariedade ao que aconteceu comigo.Manifestações nazistas – relevadas ou não como besteira, coisa de moleque – não são novidade para a historiadora Marlene de Fáveri, que leciona na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Três anos atrás, ela se escandalizou com cartazes com a suástica em murais na academia. Pois os responsáveis jamais foram encontrados. – Essa juventude que se agrega a esses grupos violentos não tem perspectiva. Falta estudo, leitura sobre História – diz.Para a professora, a tendência de parcela dos catarinenses a ter uma visão de mundo mais conservadora, aliada à ligação que muitos dos colonizadores tiveram com o nazismo, faz com que essas ideias reverberem novamente. Em muitos casos, observa, a pessoa que alimenta pensamentos alinhados com o ideário hitlerista não se reconhece como tal. É o defensor de posições escoradas na repulsa ao diferente, na incapacidade de dialogar com opiniões contrárias e na exclusão que quer partir para briga ao ser tachado de nazista. Marlene alerta para o risco proveniente do enfraquecimento de conteúdos humanistas das grades curriculares, preconizado na reforma do Ensino Médio. Minimizar conteúdos de História, Filosofia, Sociologia e artes em geral, diz, é negar aos jovens o debate e a reflexão. Em parte, ideias mal compreendidas sobre os regimes autoritários seriam resultado do período de ditadura militar, quando o ensino de História perdeu espaço para a Educação Moral e Cívica, que perdurou por quase duas décadas.– Retirar esse direito é retirar possibilidade de que esses jovens tenham a formação de análise, de constatar que determinados movimentos históricos promoveram a ignorância. O neonazismo é a absoluta intolerância, o preconceito exacerbado, a exclusão, dentro disso tudo o racismo, a homofobia, a misoginia, a transfobia, o sexismo. Essas violências estão expostas, e em um momento político no qual existem parlamentares que as acentuam, isso também é um fator que leva a naturalizá-las.Professor de História Contemporânea na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Márcio Voigt chama a atenção para o impacto do que ele define como "crise de valores" nas relações interpessoais: o ódio aos imigrantes, os ressentimentos ancestrais, as soluções baseadas na força. Ele associa essas características, verificadas em todo o mundo, com a turbulência atual no país. – O Brasil tem uma tradição autoritária que causa muitos problemas. As pessoas não reconhecem essa ligação (da postura) com regimes extremistas, acham que não é bem por aí, que é exagero. Em parte, isso está ligado a uma falta de memória que sempre foi muito presente entre nós. Ou seja, é melhor já ir se acostumando.Porto Alegre, RSO Sol DiárioNazismo em SC: Investigação aperta cerco a extremistasO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-nazismo-em-sc-investigacao-aperta-cerco-a-extremistas-10059347Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23960632PM será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáverPM da reserva confessou para colega que matou a agente e enterrou corpo na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú2017-12-08T17:56:45-02:002017-12-08T17:56:45-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos Kriewall Filho / EspecialPM será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáverO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23960632Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pm-sera-indiciado-por-feminicidio-e-ocultacao-de-cadaver-10057590PM será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáverPM da reserva confessou para colega que matou a agente e enterrou corpo na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú2017-12-08T17:56:45-02:002017-12-08T17:56:45-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO policial militar da reserva Luis Fernando Palhano Lopes, 52 anos, que, segundo a Polícia Militar, confessou informalmente ter matado a mulher Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáver. A prisão preventiva dele já foi decretada. As informações foram repassada na manhã desta sexta-feira em uma coletiva de imprensa realizada em um hotel em Balneário Camboriú, onde o delegado Vicente Soares e o tenente coronel da PM Evaldo Hoffmann deram mais informações sobre o relacionamento do casal e sobre a morte de Karla. Na terça-feira ela daria sequência ao plano de se mudar definitivamente para o Litoral. Deixaria a cidade de Correia Pinto, a cerca de 30 km de Lages, para trabalhar na delegacia de Polícia Civil de São João Batista, na Grande Florianópolis, e morar em Itapema. O marido, com quem estava há dez anos, já morava na cidade do litoral desde 2013. Ela passava alguns dias de folga em Itapema e se preparava para dar o próximo passo da carreira, iniciada no ano passado. Mas, foi encontrada morta em uma cova na Praia de Taquaras, em Balneário Camboriú, na última quinta-feira.No local ermo, com pouca iluminação e movimento apenas durante o dia, Karla – que havia desaparecido na quarta-feira, segundo o marido Luís Fernando – teve o corpo desenterrado pelos companheiros de farda, os policiais civis do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú. No corpo de Karla, apenas um tiro fatal de arma de fogo na cabeça.De acordo com informações do tenente coronel da Polícia Militar Evaldo Hoffmann, às 13h40min de quarta-feira, Lopes ligou para o telefone 190 e denunciou o suposto desaparecimento da mulher. Na ligação, ele teria informado que Karla costumava sair para caminhar todas as manhãs, por volta das 7h30min e que até aquele horário ela não havia retornado.As buscas por Karla começam e, na quinta-feira à tarde, o capitão Geraldo Rodrigues, comandante da PM de Itapema, diz ter ido até a casa de Luis Fernando, cabo da reserva, para prestar apoio por conta do desaparecido de Karla. Em uma conversa informal com o colega, o marido de Karla afirmou ter matado a mulher e enterrado o corpo na praia de Taquaras. A arma dele, uma pistola calibre 38, foi apreendida pelo comandante e o militar da reserva conduzido até a sede do 12º Batalhão.- Quando eu cheguei na casa para prestar meu apoio sobre o desaparecimento da esposa dele, ele estava com a arma em mão e o mapa do local do crime no bolso. Ele disse que iria tirar a própria vida, mas eu consegui convencer ele a me entregar a arma e ir comigo até o batalhão de Itapema - comenta Rodrigues.Segundo o delegado Vicente Soares, o policial tem histórico de violência doméstica, e possui mais de um registro relacionado a uma ex-mulher. O tenente coronel Evaldo Hoffmann afirmou que Lopes fica no quartel até o julgamento, a não ser que seja excluído da corporação, decisão que cabe ao alto comando. Mesmo aposentado, o policial pode ser submetido a um processo administrativo.O delegado Soares disse ainda que apesar de a confissão ter sido informal, todos os indícios e provas levantadas não deixam dúvidas em relação a autoria do crime.- Desde o início da investigação do desaparecimento, o acusado se mostrou evasivo, não soube precisar horários da rotina dele. No dia em que Karla sumiu e estranhamos, ele não registrou um boletim de ocorrência sobre o caso - observa ao citar que, se condenado poderá pegar de 13 a 20 anos de prisão.O advogado de defesa contesta a versão dos policiais. Ele afirma que não houve confissão e que o cliente o acionou assim que foi chamado para comparecer na DIC. Afirma ainda que foi ele quem solicitou a arma do policial que foi apresentada voluntariamente e passará por perícia.Leia maisPolicial civil desaparece após sair para caminhar em ItapemaPolicial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú Mulher é encontrada morta com violentas marcas de agressão em LagesBoxeador que matou tia da ex-companheira se entrega à políciaTia é morta ao tentar defender sobrinha de ex-companheiroUma década após Lei Maria da Penha, SC ainda não tem delegacia exclusiva para as mulheresAlteração na Lei Maria da Penha pronta para ser sancionada causa polêmica entre instituiçõesPorto Alegre, RSO Sol DiárioPM será indiciado por feminicídio e ocultação de cadáverO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pm-sera-indiciado-por-feminicidio-e-ocultacao-de-cadaver-10057590Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23958134Policial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú Agente Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi vista pelo última vez na quarta-feira2017-12-08T09:42:29-02:002017-12-08T09:42:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / DivulgaçãoPolicial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú O Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23958134Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policial-civil-desaparecida-e-encontrada-morta-em-balneario-camboriu-10057191Policial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú Agente Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi vista pelo última vez na quarta-feira2017-12-08T09:42:29-02:002017-12-08T09:42:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Polícia Civil confirmou que o corpo da agente Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi encontrado nesta quinta-feira à noite, por volta das 18h, em uma praia de Balneário Camboriú. Ela estava desaparecida desde a manhã de quarta-feira após ser vista pela última vez por volta de 7h30min, quando teria saído para caminhar em Itapema, no Litoral Norte. As primeiras informações eram de que o marido da vítima, um policial aposentado, teria confessado o crime quando foi procurado pela Polícia Militar para falar sobre o desaparecimento de Karla. Ele ainda teria se apresentado no batalhão de Itapema nesta quinta-feira e entregado a arma que costumava usar. O corpo da vítima, segundo o policial, foi escondido na praia de Taquaras e, após o local ser identificado, foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML). No entanto, Luiz Eduardo Cleto Righetto, advogado do policial identificado apenas como Fernando, nega que o cliente tenha matado a esposa. O policial esteve na DIC para prestar depoimento e deve, por orientação do próprio advogado, passar a noite no batalhão, mesmo não estando preso. Righetto afirmou ainda que as informações de que o cliente teria confessado o crime e indicado o local onde o corpo estava são falsas.— Ele não confessa nada, não apontou a localidade até porque ele não sabia. Isso são boatos — disse. Ainda conforme o advogado, o policial entregou a arma "de forma voluntária" para passar por perícia. Righetto diz ainda que o policial é considerado suspeito e deverá ser indiciado. O policial estaria, conforme o advogado, tranquilo e negou ter relação com a autoria do crime. Karla trabalhava na delegacia de Correia Pinto, a cerca de 30 quilômetros de Lages, na Serra Catarinense. Com a formatura dos novos policiais na Academia de Polícia, ela teve a oportunidade de pedir transferência para a comarca de São João Batista, na Grande Florianópolis. Segundo Queiroz, Karla estava feliz com a mudança. Ela já havia visitado a unidade e pretendia se apresentar em 11 de dezembro, quando iniciaria os trabalhos na nova cidade.Leia maisPF deflagra nova operação na UFSC nesta quinta-feiraOssada humana é encontrada na CapitalGaeco realiza operação contra fraude na energiaPorto Alegre, RSO Sol DiárioPolicial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú O Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policial-civil-desaparecida-e-encontrada-morta-em-balneario-camboriu-10057191Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-militar-faz-logistica-para-conseguir-abastecer-viaturas-no-litoral-10054504Polícia Militar faz logística para conseguir abastecer viaturas no LitoralViaturas de Itajaí precisaram usar cotas de Balneário Camboriú para não parar2017-12-05T19:26:01-02:002017-12-05T19:26:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA liberação de verba a conta-gotas para combustíveis tem levado os batalhões da Polícia Militar no Litoral Norte a um desafio de logística. Semanalmente, quartéis que tiveram o abastecimento esgotado têm as viaturas enviadas a outras cidades da região, onde ainda há crédito, para encher o tanque.Na semana passada, carros do 1º Batalhão da PM, em Itajaí, foram levados a Balneário Camboriú para abastecer. Segundo o comandante regional, coronel Claudio Koglin, a falta de verba para combustíveis em Itajaí foi resolvida dias depois.O mesmo modelo tem sido usado em cidades como Major Gercino, Nova Trento, Canelinha e São João Batista, todas subordinadas à 3ª Região da PM, em Balneário Camboriú. Com a cota zerada, as viaturas têm sido levadas a Tijucas _ o que, além de reduzir o policiamento nas cidades, implica em custo de viagem. De Major Gercino a Tijucas, por exemplo, a distância é de cerca 50 quilômetros.O comando informou que, com o sistema de compartilhamento, não foi necessário paralisar as atividades de nenhuma viatura na região. Em Balneário Camboriú, no entanto, a ajuda ao batalhão de Itajaí fez diferença na cota. O valor disponível, até ontem, era suficiente apenas para manter o serviço até sexta-feira.Verba autorizadaA Associação dos Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) acusa a Secretaria da Fazenda de repassar menos recursos do que o acordado para o abastecimento. A secretaria, no entanto, nega que haja atraso no envio das cotas. Um crédito suplementar de R$ 280 mil foi autorizado pelo governador Raimundo Colombo (PSD) à Secretaria de Segurança, especificamente para abastecer viaturas. O problema, no entanto, é que a liberação de verbas ocorre de forma gradativa e sem reserva para um período maior de tempo.Acompanhe as publicações da colunista Dagmara Spautz:Arquivamento da CPI do Carnaval provoca confusão em NavegantesJustiça determina audiência pública sobre segundo acesso de BombinhasImóveis mais procurados para veraneio em Balneário Camboriú estão 20% mais carosPorto Alegre, RSO Sol DiárioPolícia Militar faz logística para conseguir abastecer viaturas no LitoralO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-militar-faz-logistica-para-conseguir-abastecer-viaturas-no-litoral-10054504Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23945356Mulher joga o carro contra Vara da Infância em Balneário CamboriúSegundo a polícia, ela havia perdido a guarda dos filhos em uma audiência horas antes2017-12-01T09:57:19-02:002017-12-01T09:57:19-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / Polícia MilitarMulher joga o carro contra Vara da Infância em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23945356Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-mulher-joga-o-carro-contra-vara-da-infancia-em-balneario-camboriu-10050781Mulher joga o carro contra Vara da Infância em Balneário CamboriúSegundo a polícia, ela havia perdido a guarda dos filhos em uma audiência horas antes2017-12-01T09:57:19-02:002017-12-01T09:57:19-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUma mulher de 28 anos foi presa pela Polícia Militar na quinta-feira à noite depois de ter jogado o carro contra a sede da Vara da Infância de Balneário Camboriú, na Rua 916. Segundo a PM, ela havia perdido a guarda dos filhos em uma audiência horas antes, em uma audiência.O relatório da polícia afirma que, por volta de 22h30min, a mulher chegou ao prédio e começou a bater na porta de entrada. Em seguida, entrou no carro e o jogou contra as portas de vidro, danificando objetos que estavam na sala.A mulher foi contida por vigilantes da Vara da Infância até a chegada da PM. Alterada, ela precisou ser atendida por uma equipe do Samu. Ela foi detida por crime de dano qualificado.Porto Alegre, RSO Sol DiárioMulher joga o carro contra Vara da Infância em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-mulher-joga-o-carro-contra-vara-da-infancia-em-balneario-camboriu-10050781Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-delegado-que-indiciou-pms-e-transferido-de-balneario-camboriu-9989135Delegado que indiciou PMs é transferido de Balneário CamboriúDelegado regional afirma que decisão foi administrativa e nega relação com o caso2017-11-08T16:57:26-02:002017-11-08T16:57:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO delegado Osnei Valdir de Oliveira vai deixar de responder pela Divisão de Investigações Criminais de Balneário Camboriú (DIC) e será transferido para outra delegacia no Estado, ainda não definida. A transferência ocorre dias após ter vindo à tona o inquérito conduzido pelo delegado, que indiciou dois policiais militares por falsidade ideológica no caso da prisão de um guarda municipal, em agosto.O delegado regional, David Queiroz, disse que a transferência do chefe da DIC não tem relação direta com o caso e foi uma medida administrativa. O novo delegado a coordenar a divisão de investigações ainda não foi anunciado.Procurado, o delegado Osnei Valdir de Oliveira não respondeu ao contato do DC.Porto Alegre, RSO Sol DiárioDelegado que indiciou PMs é transferido de Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-delegado-que-indiciou-pms-e-transferido-de-balneario-camboriu-9989135Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23844052Empresário blumenauense é preso após acidente envolvendo carros de luxo em Balneário CamboriúCaso foi registrado na noite de domingo2017-11-06T10:33:40-02:002017-11-06T10:33:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoEmpresário blumenauense é preso após acidente envolvendo carros de luxo em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23844052Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-empresario-blumenauense-e-preso-apos-acidente-envolvendo-carros-de-luxo-em-balneario-camboriu-9986229Empresário blumenauense é preso após acidente envolvendo carros de luxo em Balneário CamboriúCaso foi registrado na noite de domingo2017-11-06T10:33:40-02:002017-11-06T10:33:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm empresário de Blumenau acabou preso na noite de domingo após um acidente envolvendo carros de luxo na Avenida Atlântica, em Balneário Camboriú.Segundo informações da Polícia Militar de Balneário, o homem de 58 anos digiria um Nissan 370Z com placas de Blumenau quando bateu em um Renault Fluence com placas de Florianópolis. O Fluence acabou capotando e atingiu três carros que estavam estacionados. Por sorte, ninguém ficou ferido.Na manhã desta segunda-feira, a PM confirmou à reportagem que Décio Simão, 58 anos, foi detido após a colisão e afirmou que a prisão ocorreu em meio a um tumulto provocado por testemunhas do acidente, que acusavam o empresário de estar embriagado e dirigindo em alta velocidade.Ao ser preso, a PM não constatou a embriaguez do condutor, alegando que o registro da ocorrência ficou sob responsabilidade dos agentes de trânsito e que a corporação fez apenas a condução do motorista para a Central de Polícia.A Polícia Militar informou ainda que o motorista possui outro boletim de ocorrência registrado em seu nome por acidente de trânsito e dirigir sob efeito do álcool. A reportagem procurou a empresa de Simão e uma funcionária afirmou que não foi informada sobre o caso, que não sabe se algum advogado está representando o empresário e que "ninguém tem nada a ver com isso".A Polícia Civil e o secretário de segurança de Balneário, que representa os agentes de trânsito da cidade, foram procurados mas também não se manifestaram ainda a respeito.Porto Alegre, RSO Sol DiárioEmpresário blumenauense é preso após acidente envolvendo carros de luxo em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-empresario-blumenauense-e-preso-apos-acidente-envolvendo-carros-de-luxo-em-balneario-camboriu-9986229Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23584064Polícia Civil indicia PMs por prisão de guarda municipal em Balneário CamboriúInvestigação afirma que policiais teriam sido responsáveis por denúncia contra guarda2017-11-05T14:40:40-02:002017-11-05T14:40:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoPolícia Civil indicia PMs por prisão de guarda municipal em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23584064Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-civil-indicia-pms-por-prisao-de-guarda-municipal-em-balneario-camboriu-9982255Polícia Civil indicia PMs por prisão de guarda municipal em Balneário CamboriúInvestigação afirma que policiais teriam sido responsáveis por denúncia contra guarda2017-11-05T14:40:40-02:002017-11-05T14:40:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Polícia Civil indiciou dois policiais militares do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) de Balneário Camboriú por crime de falsidade ideológica. Segundo o relatório de inquérito da Divisão de Investigações Criminais (DIC), eles teriam utilizado nomes falsos para denunciar um guarda municipal que acabou preso, em agosto, por porte ilegal de arma.O inquérito aponta que os policiais teriam ligado para o 190 de dois orelhões diferentes, no Bairro das Nações e na Avenida do Estado, e usado nomes falsos para denunciar que havia um homem armado dentro de um supermercado. Mais tarde, em atendimento à ocorrência, participaram da prisão do guarda municipal que, por lei, não pode portar arma fora do horário de serviço. Há suspeitas, não confirmadas na época pela Secretaria de Segurança da cidade, de que ele estivesse fazendo trabalho de segurança no supermercado.As suspeitas da Polícia Civil de que a denúncia teria partido de policiais Militares surgiu a partir da gravação das ligações ao 190, em que, segundo o inquérito, foi "constatado ruído de rádio comunicador da PM". A DIC pediu para ouvir os policiais no inquérito, mas a solicitação teria sido negada.O relatório assinado pelo delegado Osnei Valdir de Oliveira, responsável pela DIC, cita o comandante geral da Polícia Militar, Paulo Henrique Hemm, e o delegado geral Artur Nitz. De acordo com o texto, o delegado geral teria avisado que o comando estadual da PM não apresentaria os policiais.O indiciamento afirma que se cogitou um pedido de condução coercitiva dos PMs, que não foi feito "para evitar acirrar o clima". O documento da DIC completa: "visto que, ao que parece, a Polícia Militar ignora a existência das demais instituições e se coloca em posição superior às leis"."Vingança"O texto do relatório afirma que a denúncia contra o guarda municipal teria sido motivada pela prisão de policiais militares do 12º Batalhão da PM, em Balneário Camboriú, no mês de maio, por suspeita de crime de tortura. Guardas municipais foram incumbidos de entrar no Batalhão e cumprir os mandados de prisão junto com a Polícia Civil. Para a DIC, com a denúncia contra o guarda os policiais "usaram estrutura estatal para se vingarem de pessoas e instituições".O delegado aponta, ainda, que a maneira como foi feita a denúncia, que informava que o homem armado no supermercado parecia estar esperando alguém, "poderia causar uma tragédia". Por fim, acusa os policiais militares de "total desapego com a verdade".O delegado regional, David Queiroz, não quis comentar o caso e disse que as informações serão prestadas apenas pela Delegacia Geral, que ainda não se pronunciou.Da mesma forma, o comandante do 12º Batalhão da PM, tenente-coronel Evaldo Hoffmann, disse que a assessoria de comunicação do Comando Geral da Polícia Militar vai emitir uma nota oficial na segunda-feira.O guarda municipal detido na ocorrência foi liberado após pagar fiança. O caso, no entanto, acirrou a crise institucional na segurança pública em Balneário Camboriú. Guardas municipais fizeram coro em frente à delegacia, em protesto contra a prisão do colega.Na época, o prefeito Fabrício Oliveira (PSB) se reuniu com o secretário de Estado de Segurança Pública, Cesar Grubba, para pedir intervenção.Leia também:Guardas municipais protestam contra PM por prisão de colega em Balneário CamboriúPrefeito de Balneário Camboriú leva crise entre PM e Guarda ao Secretário de Estado de SegurançaPorto Alegre, RSO Sol DiárioPolícia Civil indicia PMs por prisão de guarda municipal em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-civil-indicia-pms-por-prisao-de-guarda-municipal-em-balneario-camboriu-9982255Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-federal-investiga-envio-de-fotos-de-adolescentes-nuas-de-sc-a-pedofilo-9980822Polícia Federal investiga envio de fotos de adolescentes nuas de SC a pedófiloO homem se passava por mulher, agenciadora de modelos para uma famosa marca de lingerie, e fazia o contato com as vítimas através das redes sociais2017-11-03T13:46:02-02:002017-11-03T13:46:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brInvestigações da Polícia Federal de Itajaí levaram à apreensão de três computadores, de onde foram enviadas fotos de adolescentes nuas a um pedófilo no Rio de Janeiro. O homem, que está preso e foi condenado a 10 anos de detenção pela Justiça Federal, se passava por mulher, agenciadora de modelos para uma famosa marca de lingerie, e fazia o contato com as vítimas através das redes sociais.O material foi apreendido na terça-feira nas casas das adolescentes, em Itajaí, Camboriú e Balneário Camboriú — mas as investigações apontam que meninas de outras cidades da região também podem ter sido vítimas do pedófilo.As fotos foram enviadas há cerca de um ano e meio, e a na maioria das vezes quem compartilhou as imagens com a suposta agência de modelos foram as mães ou responsáveis pelas meninas. As adolescentes tinham entre 12 e 15 anos na época.— Queremos saber agora até que ponto essas pessoas caíram no golpe ou visavam vantagem patrimonial expondo as menores — afirma o delegado Tales Teixeira Junior, responsável pelo caso.Através das investigações, a polícia conseguiu rastrear os endereços de onde as imagens foram enviadas. Três pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimento, e outras testemunhas serão chamadas nas próximas semanas.Uma das mães relatou à polícia que a suposta agenciadora prometia passagem e hospedagem no Rio de Janeiro, além da proposta de carreira como modelo caso a adolescente fosse aceita na "seleção". A conversa, no entanto, não chegou a evoluir.Cuidado nas redesO delegado alerta para os cuidados que devem ser tomados pelos pais em casos como esses, de convites para seletivas através das redes sociais:— É fundamental que em qualquer tipo de seleção para modelo seja verificada a credibilidade da agência, se saiba quem está selecionando, busque-se nas entidades representativas da categoria. E jamais produzir imagens expondo nudez, que é crime pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).Além disso, segundo ele, é importante atentar para imagens de crianças em roupas íntimas ou trajes de banho, por exemplo, nas redes sociais. — Pedófilos entram nos perfis, capturam as imagens e lançam na rede de pedofilia. É algo que as pessoas veem como inocente, então é importante que os pais estejam atentos — alerta.O envio e o armazenamento de imagens de pornografia que envolvem crianças e adolescentes também faz parte do crime de pedofilia. Quem receber esse tipo de imagem pode prestar denúncia através do Disque 100.Leia também:Polícia Civil faz operação contra pedofilia em SC e outros 23 estadosPolícia Federal realiza operação contra pedofilia em JoinvillePedofilia: padres preferem ir presos a revelar segredo de confissãoPorto Alegre, RSO Sol DiárioPolícia Federal investiga envio de fotos de adolescentes nuas de SC a pedófiloO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-policia-federal-investiga-envio-de-fotos-de-adolescentes-nuas-de-sc-a-pedofilo-9980822Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23807597Falta de audiências de custódia aumenta superlotação na CanhandubaOAB pediu reunião para tentar uma solução conjunta para o Complexo Prisional2017-10-29T12:29:29-02:002017-10-29T12:29:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuiz Carlos de Souza / Arquivo PessoalFalta de audiências de custódia aumenta superlotação na CanhandubaO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23807597Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-falta-de-audiencias-de-custodia-aumenta-superlotacao-na-canhanduba-9968029Falta de audiências de custódia aumenta superlotação na CanhandubaOAB pediu reunião para tentar uma solução conjunta para o Complexo Prisional2017-10-29T12:29:29-02:002017-10-29T12:29:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO número de detentos no Presídio da Canhanduba, em Itajaí, chegou perto de 1,2 mil recentemente. Cada cela tem em média dois presos a mais, e a situação é ainda pior na ala de triagem: 16 detentos dividem espaço projetado para oito. A superlotação levou a Comissão de Assuntos Prisionais da OAB a pedir uma audiência na unidade, para buscar uma solução conjunta para o problema.Desde o início do ano a Justiça determinou que apenas presos da região fossem admitidos no Complexo Prisional. A medida nem sempre é cumprida porque há remanejamentos de presos entre as unidades, por questões de segurança _ mas esse não é o principal problema. Para a comissão, a falta de audiências de custódia na maioria das cidades da região é responsável por encarceramentos que poderiam ser evitados.Há, por exemplo, caso de detento que está no presídio porque roubou uma caixa de cerveja. Não teve dinheiro para pagar a fiança e acabou trancafiado até o dia em que será chamado para audiência e liberado.Hoje apenas o fórum de Itajaí faz audiências de custódia, que foram determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para comarcas de todo o país. A OAB já pediu que a medida fosse implementada em Balneário Camboriú, Camboriú e Navegantes _ sem resultado. O problema da superlotação prejudica a separação dos presos, os programas de ressocialização, e aumenta o risco de fugas e rebeliões. Todo mundo sai perdendo.Falta estruturaA OAB chegou a enviar um ofício ao CNJ pedindo que cobrasse do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) a realização das audiências de custódia _ o que o Conselho, de fato, fez. A assessoria da Coordenadoria Estadual de Execuções Penais, sob responsabilidade da desembargadora Cinthia Schaefer, informou ontem que o caso já foi tema de uma reunião entre representantes do judiciário e do Governo do Estado, e o parecer foi de que a extensão das audiências a Balneário Camboriú e Camboriú, especificamente, é inviável. Dois motivos foram apontados: o fato de não haver unidade prisional nessas cidades e, por isso, não haver também estrutura do Deap para fazer a movimentação dos presos.De foraOutro problema da Canhanduba é a grande quantidade de detentos de outros estados que o Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) não consegue enviar para o local de origem. São pessoas que cometeram crimes fora de SC, tinham mandados de prisão em aberto, foram localizadas por aqui e levadas ao presídio. Há pelo menos 30 detentos nessa situação na Canhanduba.CondicionalA superlotação do presídio da Canhanduba só não é maior porque a Vara de Execuções Penais de Itajaí passou a apostar mais em liberdade condicional para liberar vagas. Por falta de espaço, muitos presos condenados estão cumprindo pena irregulamente no presídio, enquanto aguardam uma vaga na penitenciária. As saídas condicionais permitem o remanejamento desses detentos.Porto Alegre, RSO Sol DiárioFalta de audiências de custódia aumenta superlotação na CanhandubaO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-falta-de-audiencias-de-custodia-aumenta-superlotacao-na-canhanduba-9968029Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-operacao-da-policia-civil-mira-em-fraude-de-cnhs-em-balneario-camboriu-9962918Operação da Polícia  Civil mira em fraude de CNHs em Balneário CamboriúAlunos eram trazidos do Rio Grande do Sul e do Paraná para fazerem as provas em SC2017-10-24T08:23:56-02:002017-10-24T08:23:56-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira uma operação contra fraudes na emissão de carteiras de motorista em Balneário Camboriú. Segundo as investigações, um grupo criminoso que envolve integrantes de autoescolas trazia alunos do Rio Grande do Sul e do Paraná, com a garantia de que eles passariam nas provas e obteriam o documento.A operação ocorre simultaneamente nos três estados. São cumpridos 9 mandados de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 32 mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos nas cidades de Tijucas, Itapema e Balneário Camboriú; Pinhais, Araucária e Piraquara (PR); Taquara, Novo Hamburgo, Parobé, São Leopoldo, Rolante e Uruguaiana (RS).O esquema teria ocorrido entre os anos de 2012 e 2016. Para poderem fazer os trâmites de obtenção da carteira em Santa Catarina, os condutores apresentavam declarações de residência falsas, que eram fornecidas por pessoas ligadas diretamente às autoescolas. A polícia informou que há casos em que foram identificadas contas falsas de telefone. As investigações começaram há um ano, sob responsabilidade da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) e da 29ª Delegacia Regional de Balneário Camboriú, com apoio das Polícias Civis do Rio Grande do Sul e Paraná e do Detran.Porto Alegre, RSO Sol DiárioOperação da Polícia  Civil mira em fraude de CNHs em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-operacao-da-policia-civil-mira-em-fraude-de-cnhs-em-balneario-camboriu-9962918Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23799744PF apreende carro de R$ 1 milhão de investigado da Operação Oceano Branco Carro pertence ao principal alvo da operação e estava escondido em Balneário Camboriú2017-10-23T15:48:34-02:002017-10-23T15:48:34-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas Correia / Jornal de Santa CatarinaPF apreende carro de R$ 1 milhão de investigado da Operação Oceano Branco O Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23799744Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-apreende-carro-de-r-1-milhao-de-investigado-da-operacao-oceano-branco-9962179PF apreende carro de R$ 1 milhão de investigado da Operação Oceano Branco Carro pertence ao principal alvo da operação e estava escondido em Balneário Camboriú2017-10-23T15:48:34-02:002017-10-23T15:48:34-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA segunda fase da Operação Oceano Branco, deflagrada nesta segunda-feira, resultou na apreensão de um Lamborghini Gallardo avaliado em mais de R$ 1 milhão. O carro, que pertence ao principal investigado da Polícia Federal no inquérito, estava escondido na garagem de um prédio em Balneário Camboriú. A operação apura o envio de cocaína à Europa através dos portos de Itajaí e Navegantes. Em um ano e meio, a quantidade de drogas apreendida chega a R$ 1,2 bilhão.O delegado Fábio Mertens, que coordena as investigações, acredita que carro tenha sido levado para o edifício onde foi encontrado, na Rua 1401, depois de ter sido deflagrada a primeira fase da operação, no dia 10 de outubro _ quando o proprietário foi preso.Os alvos desta segunda etapa da Oceano Branco são o irmão do dono do Lamborghini, detido em Joinville nesta segunda-feira, e o gerente de uma imobiliária de Balneário Camboriú. Segundo a polícia, eles teriam feito diversas movimentações desde que foi deflagrada a operação para ocultar provas. A principal delas, para tentar recuperar equipamentos eletrônicos, jogados pela janela do apartamento do alvo principal da investigação, em Balneário Camboriú, no dia em que ele foi preso._ Quando a equipe foi entrar para cumprir o mandado de prisão, ele jogou dois celulares e um modem. No mesmo dia, os dois alvos presos hoje, que já eram investigados, estiveram lá para tentar resgatar _ afirma o delegado.A tentativa de livrar-se das provas não havia sido detectada e foi descoberta através de testemunhas. A Polícia Federal passou então a acompanhar os dois suspeitos mais de perto, e descobriu que eles estiveram em vários imóveis que pertencem a membros da quadrilha desde a primeira fase da operação _ o que pode indicar um esforço em alterar ou esconder novas provas.PatrimônioCom as duas novas prisões, passa para 34 o número de pessoas detidas na Operação Oceano Branco. Além dos 31 que foram presos no dia em que foi deflagrada a primeira etapa, em 10 de outubro, um suspeito que estava ligado à estocagem da droga foi detido dias depois em Penha.Até agora, dos 34 detidos, apenas cinco foram soltos. Eles tinham mandado de prisão temporária, com prazo de cinco dias. Entre os suspeitos que continuam detidos estão empresários, despachantes e até um pastor evangélico, de Itajaí.A Polícia Federal também cumpriu novos mandados de busca na semana passada, em um sítio no Norte do Estado. O volume de apreensões é tão grande, que ainda há muito material a ser analisado. De acordo com o delegado Fábio Mertens, os documentos avaliados até agora comprovam os vínculos existentes entre os alvos da operação, a maneira como atuavam, e a contabilidade das quadrilhas revela a prática do tráfico internacional em larga escala._ Tem chamado atenção o patrimônio que eles realmente têm em escrituras, imóveis e carros de luxo. É uma comprovação de que, no mínimo, estávamos certos nas estimativas _ afirma. Na primeira fase de apreensões, a PF e a Receita Federal calcularam em R$ 150 milhões o patrimônio dos dois principais nomes do grupo, ambos presos pela operação. O que chama atenção entre os principais nomes do grupo criminoso, que a polícia identifica como fornecedores de drogas, é o fato de eles não terem residência fixa. São “empresários do tráfico” da região de Joinville e São Francisco do Sul, queEntre as descobertas recentes feitas pela polícia, está o fato de que pelo menos três suspeitos utilizavam nomes e documentos falsos, especialmente para compra de empresas. Especialistas da Receita Federal avaliam se as empresas ligadas ao grupo foram utilizadas para lavagem de dinheiro do tráfico. Entre elas há lojas de carros, aluguel de maquinário, uma imobiliária e uma indústria de fertilizantes.As investigações continuam e não estão descartadas novas prisões. A Polícia Federal deverá chamar nas próximas semanas cerca de 30 testemunhas para depor_ boa parte delas, de outros estados.Leia mais:Polícia cumpre novo mandado de prisão da Operação Oceano BrancoTráfico era alimentado por terra, ar e marEspecialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráficoFuncionários de portos estão entre os presos de operação da PFPorto Alegre, RSO Sol DiárioPF apreende carro de R$ 1 milhão de investigado da Operação Oceano Branco O Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-apreende-carro-de-r-1-milhao-de-investigado-da-operacao-oceano-branco-9962179Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23799084PF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano BrancoSuspeitos teriam tentado ocultar provas; investigação é de tráfico internacional de drogas2017-10-23T10:47:55-02:002017-10-23T10:47:55-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuiz Carlos Souza / Arquivo PessoalPF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano BrancoO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23799084Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-prende-gerente-de-imobiliaria-em-balneario-camboriu-na-segunda-fase-da-operacao-oceano-branco-9961949PF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano BrancoSuspeitos teriam tentado ocultar provas; investigação é de tráfico internacional de drogas2017-10-23T10:47:55-02:002017-10-23T10:47:55-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira a segunda fase da Operação Oceano Branco, que investiga o envio de cocaína ao exterior através dos portos de Itajaí e Navegantes. Dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos, um em Joinville e outro em Balneário Camboriú, onde o gerente de uma imobiliária foi detido.Os alvos já eram investigados por suposta ligação com o grupo que fornecia a droga para exportação. Segundo a polícia, as prisões foram decretadas porque os suspeitos vinham tentando ocultar provas e recuperar celulares e mídias que foram descartados por um dos suspeitos presos na primeira fase da operação, no dia 10 de outubro. Ele é irmão do alvo detido nesta segunda-feira e jogou os materiais pela janela de seu apartamento, em Balneário Camboriú, quando percebeu a chegada da polícia. Além das prisões, também são cumpridos 8 mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú, Itajaí e Joinville. Com os suspeitos detidos nesta segunda-feira, o número de pessoas presas pela Operação Oceano Branco sobe para 34. Apenas cinco deles, que tinham mandado de prisão temporária com prazo de cinco dias, foram liberados. A Operação Oceano Branco é de responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Itajaí e foi deflagrada em conjunto com a Operação Contentor, que tem sede em Joinville. Juntas, as ações são a maior já feita pela Polícia Federal e a Receita Federal em Santa Catarina. Em um ano e meio de investigações, os órgãos federais conseguiram interceptar mais de 10 toneladas de cocaína movimentadas pelas quadrilhas, em apreensões feitas no Brasil e em portos da Europa. A quantidade de drogas foi avaliada em mais de R$ 1,2 bilhão.Leia mais:Polícia cumpre novo mandado de prisão da Operação Oceano BrancoTráfico era alimentado por terra, ar e marEspecialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráficoFuncionários de portos estão entre os presos de operação da PFPorto Alegre, RSO Sol DiárioPF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano BrancoO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-prende-gerente-de-imobiliaria-em-balneario-camboriu-na-segunda-fase-da-operacao-oceano-branco-9961949Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23769101Especialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráfico nos portosQuatro grupos criminosos utilizavam portos de SC para enviar cocaína ao exterior2017-10-11T15:37:17-03:002017-10-11T15:37:17-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas CorreiaEspecialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráfico nos portosO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23769101Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-especialistas-em-lavagem-de-dinheiro-integram-operacao-contra-o-trafico-nos-portos-9945788Especialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráfico nos portosQuatro grupos criminosos utilizavam portos de SC para enviar cocaína ao exterior2017-10-11T15:37:17-03:002017-10-11T15:37:17-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUma equipe da Receita Federal especializada em lavagem de dinheiro ligada à superintendência da 9ª Região Fiscal, em Curitiba, virá a Itajaí para analisar o material apreendido pela Polícia Federal nas operações Contentor e Oceano Branco, deflagradas na terça-feira contra o tráfico internacional de drogas. Os grupos criminosos utilizavam os portos catarinenses para o envio de cocaína para o exterior, principalmente à Europa. Documentos e contas de oito suspeitos e de sete empresas, supostamente ligadas às quadrilhas, serão alvo de perícia fiscal. Empresários e funcionários de portos estão entre os presos de operação da PFPF cumpre mandados contra tráfico nos portos de SCPolícia encontra lacres de contêineres com funcionários de portoAs suspeitas são de que as empresas, todas na região de Joinville, estivessem sendo usadas para “esquentar” dinheiro ilegal. Na lista há transportadoras, imobiliária, revenda de veículos e uma distribuidora de fertilizantes. Segundo a Polícia Federal, o grupo já utilizava os portos de Santa Catarina há pelo menos cinco anos _ Itajaí, Navegantes, e recentemente também Itapoá.Klebs Garcia Peixoto Junior, inspetor-chefe da Alfândega da Receita Federal em Itajaí, diz que a Receita aguarda a triagem do que foi recolhido pela Polícia Federal e o acesso à papelada autorizada pela Justiça.A previsão é que a PF faça a análise das provas a partir da próxima semana. O delegado Fábio Mertens, que coordena a operação Oceano Branco, ainda não tem o balanço da quantidade de materiais apreendidos. Os mandados de busca foram cumpridos em 73 locais diferentes, em seis estados _ Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba.Novos depoimentosOs 56 presos detidos na terça-feira já foram ouvidos pela polícia. Todos passaram por audiência de custódia antes de serem encaminhados às unidades prisionais. A maioria (36) foi levada ao Complexo Prisional da Canhanduba, em Itajaí. _ Vamos seguir com as investigações. Agora começam as análises do material recolhido e, como consequências, outras pessoas poderão ser chamadas a prestar esclarecimento _ afirma.As testemunhas deverão ser chamadas nas próximas semanas.Porto Alegre, RSO Sol DiárioEspecialistas em lavagem de dinheiro integram operação contra o tráfico nos portosO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-especialistas-em-lavagem-de-dinheiro-integram-operacao-contra-o-trafico-nos-portos-9945788Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23765081PF cumpre mandados contra quadrilhas que exportavam cocaína pelos portos de SCOperações feitas em parceria com a Receita Federal apreenderam mais de 10 toneladas de drogas2017-10-10T08:07:27-03:002017-10-10T08:07:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuiz Carlos Souza / Arquivo PessoalPF cumpre mandados contra quadrilhas que exportavam cocaína pelos portos de SCO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23765081Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-cumpre-mandados-contra-quadrilhas-que-exportavam-cocaina-pelos-portos-de-sc-9944157PF cumpre mandados contra quadrilhas que exportavam cocaína pelos portos de SCOperações feitas em parceria com a Receita Federal apreenderam mais de 10 toneladas de drogas2017-10-10T08:07:27-03:002017-10-10T08:07:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brGrupos criminosos que enviavam cocaína para o exterior através de portos de catarinenses são alvo de duas operações simultâneas da Polícia Federal e da Receita Federal. O envio se concentrava no Porto de Itapoá e no Complexo Portuário do Itajaí, que corresponde aos terminais de Itajaí e Navegantes. Em um ano e meio, as investigações resultaram na interceptação de mais de 10 toneladas de cocaína. Cerca de 450 policiais federais e 25 servidores da Receita cumprem 104 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária, 12 conduções coercitivas e diversos sequestros de bens móveis e imóveis, além do bloqueio de contas bancárias, em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Rio de Janeiro.Maior traficante da América Latina usou portos catarinenses, diz políciaSegundo as investigações, as quadrilhas agiam de maneira semelhante, inserindo clandestinamente a droga em contêineres que transportavam cargas legais, enviadas à Europa. A apuração teve cooperação internacional, com apreensões de cocaína no Brasil e no exterior.ContentorAs investigações da Operação Contentor, coordenada pela Delegacia da Polícia Federal em Joinville, começaram no final do ano passado e resultaram em cinco grandes apreensões de drogas, que somaram duas toneladas de cocaína. Parte da droga foi interceptada já no destino final, na Bélgica.A polícia apurou que a droga era comprada pela quadrilha na fronteira com a Bolívia, e trazida ao Brasil em pequenos aviões que pousavam no aeroclube de São Francisco do Sul. De lá, era levado para chácaras onde era acondicionado em grandes bolsas para posterior inserção em contêineres que sairiam pelo Porto de Itapoá.A Operação Contentor cumpre mandados em Joinville, São Francisco do Sul, Itapoá, Garuva, Santos (SP), São Paulo, Recife (PE), João Pessoa (PB) e Rio de Janeiro (RJ).Oceano BrancoJá a Operação Oceano Branco teve as investigações iniciadas em março do ano passado na Delegacia da Polícia Federal em Itajaí. Foram apreendidas seis toneladas de cocaína em 12 ações, metade delas no exterior - Bélgica, França e Espanha. As investigações apuraram que o envio era feito por três grupos criminosos diferentes, que utilizavam o Complexo Portuário do Itajaí. Foram localizados carregamentos de drogas em cargas de bobinas de aço, abacaxi em latas e blocos de granito. Além das apreensões relatadas na investigação, a polícia também acredita na vinculação dos investigados a outros carregamentos interceptados por autoridades policiais na Itália, Dinamarca, Espanha, Arábia Saudita e Turquia, totalizando outras 2,5 toneladas da droga. Ao mandados da Operação Oceano Branco são cumpridos em Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Itapema, Penha, Tijucas, Florianópolis, São Francisco do Sul, Joinville e Imbé (RS).Apreensões nos portos em Santa Catarina:20168 de novembro900 quilos de cocaína foram encontrados em meio a uma carga de madeiras na Portonave, em Navegantes. O destino era a Bélgica.17 de outubro1096 quilos de cocaína encontrados em meio a um carregamento de abacaxis em calda, que seria enviado de Navegantes para a Espanha. 11 de outubro40 quilos de cocaína importada da China são interceptados no Porto de Itapoá. A droga estava oculta num fundo falso do contêiner.10 de outubro300 quilos de cocaína são encontrados pela Receita Federal em Navegantes, em meio a bobinas de aço que seriam exportadas para o Porto de Livorno, na Itália. 6 de maio811 quilos de cocaína são localizados escondidos em blocos de granito, que seriam levados de Navegantes para a Espanha.201724 de janeiro645 quilos de cocaína são encontrados em bolsas, embarcadas em um contêiner carregado com madeira no Porto de Itapoá.Leia mais:Investigação aponta Porto de Itajaí como rota de exportação de madeira ilegal da AmazôniaPorto Alegre, RSO Sol DiárioPF cumpre mandados contra quadrilhas que exportavam cocaína pelos portos de SCO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-pf-cumpre-mandados-contra-quadrilhas-que-exportavam-cocaina-pelos-portos-de-sc-9944157Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23742886Mulher é suspeita de encomendar morte do ex-marido em Balneário CamboriúHomem perdeu um dos olhos devido à agressão; namorado e filho dela teriam participado do crime2017-10-06T11:16:02-03:002017-10-06T11:16:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / DivulgaçãoMulher é suspeita de encomendar morte do ex-marido em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:clicrbs.com.br:23742886Change0Usableurn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-mulher-e-suspeita-de-encomendar-morte-do-ex-marido-em-balneario-camboriu-9927038Mulher é suspeita de encomendar morte do ex-marido em Balneário CamboriúHomem perdeu um dos olhos devido à agressão; namorado e filho dela teriam participado do crime2017-10-06T11:16:02-03:002017-10-06T11:16:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na quinta-feira à noite, na BR-101, em Barra Velha, três suspeitos de uma tentativa de homicídio ocorrida no dia 14 de setembro em Balneário Camboriú. Entre os detidos, que estavam com a prisão preventiva decretada pela Justiça, estão a ex-mulher e o enteado da vítima.O crime ocorreu na Rua Bento Cunha, Bairro da Barra. Três homens invadiram a casa da vítima, um homem de 45 anos e o agrediram com golpes de machado, facão e um porrete. Ele foi levado em estado grave ao hospital, teve traumatismo craniano e perdeu um dos olhos devido. O filho dele com suspeita, de 16 anos, dormia em outro quarto e também chegou a ser agredido, mas conseguiu fugir.As investigações ficaram a cargo da Divisão de Investigações Criminais (DIC) e da delegacia da comarca de Balneário Camboriú. O mandado de prisão saiu na quarta-feira passada, quando a polícia descobriu que os suspeitos estavam escondidos em um apartamento de luxo na Barra Sul, local de trabalho da mulher. O proprietário mora em outro estado, e os suspeitos aproveitaram o acesso ao imóvel para tentar despistar a polícia. Descoberto o esconderijo, o trio conseguiu fugir e vinha sendo acompanhado desde então pela polícia. Quando interceptados, na noite de quinta-feira, eles vinham de Joinville, onde haviam passado os últimos dias, para Camboriú. Para a polícia, a ex-mulher foi a mandante do crime. O filho dela, o namorado e um jovem de 18 anos, identificado e detido logo após o crime pela Polícia Militar, são suspeitos de terem cometido as agressões._ A princípio, o crime foi planejado. Já havia ocorrido situações anteriores, em que a mulher chamou a vítima para encontros. A suspeita é de que o interesse fosse no imóvel e no carro que pertenciam ao casal, tanto que eles estavam com esse veículo quando foram presos _ afirma o delegado.A polícia aguarda agora o resultado de um teste de DNA feito no sangue encontrado no veículo e perícia das impressões digitais que estavam na bicicleta do filho da vítima, que havia sido jogada em um matagal próximo à casa pelos agressores, para dificultar a fuga. Os três detidos ainda não prestaram depoimento à polícia. O Ministério Público ofereceu denúncia contra eles e o jovem preso logo após o crime à Justiça.Porto Alegre, RSO Sol DiárioMulher é suspeita de encomendar morte do ex-marido em Balneário CamboriúO Sol Diáriourn:publicid:osoldiario-clicrbs-com-br-sc-seguranca-mulher-e-suspeita-de-encomendar-morte-do-ex-marido-em-balneario-camboriu-9927038Change0Usable