PF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano Branco - Segurança - O Sol Diário

Segurança23/10/2017 | 10h47Atualizada em 23/10/2017 | 14h29

PF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano Branco

Suspeitos teriam tentado ocultar provas; investigação é de tráfico internacional de drogas

PF prende gerente de imobiliária em Balneário Camboriú na segunda fase da Operação Oceano Branco Luiz Carlos Souza / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Foto: Luiz Carlos Souza / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira a segunda fase da Operação Oceano Branco, que investiga o envio de cocaína ao exterior através dos portos de Itajaí e Navegantes. Dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos, um em Joinville e outro em Balneário Camboriú, onde o gerente de uma imobiliária foi detido.

Os alvos já eram investigados por suposta ligação com o grupo que fornecia a droga para exportação. Segundo a polícia, as prisões foram decretadas porque os suspeitos vinham tentando ocultar provas e recuperar celulares e mídias que foram descartados por um dos suspeitos presos na primeira fase da operação, no dia 10 de outubro. Ele é irmão do alvo detido nesta segunda-feira e jogou os materiais pela janela de seu apartamento, em Balneário Camboriú, quando percebeu a chegada da polícia. 

Além das prisões, também são cumpridos 8 mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú, Itajaí e Joinville. Com os suspeitos detidos nesta segunda-feira, o número de pessoas presas pela Operação Oceano Branco sobe para 34. Apenas cinco deles, que tinham mandado de prisão temporária com prazo de cinco dias, foram liberados. 

A Operação Oceano Branco é de responsabilidade da Delegacia da Polícia Federal em Itajaí e foi deflagrada em conjunto com a Operação Contentor, que tem sede em Joinville. Juntas, as ações são a maior já feita pela Polícia Federal e a Receita Federal em Santa Catarina. Em um ano e meio de investigações, os órgãos federais conseguiram interceptar mais de 10 toneladas de cocaína movimentadas pelas quadrilhas, em apreensões feitas no Brasil e em portos da Europa. 

A quantidade de drogas foi avaliada em mais de R$ 1,2 bilhão.

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